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02/11/2008 - 08h47

Obama amplia margem e tem dez pontos sobre McCain, aponta Gallup

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colaboração para a Folha Online

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, ampliou a liderança a dois dias da eleição de 4 de novembro e tem dez pontos percentuais sobre o rival republicano, John McCain. Segundo a mais recente pesquisa do instituto Gallup, Obama tem 52% das intenções de voto contra 42% de McCain.

Na pesquisa anterior, o senador democrata por Illinois tinha margem de oito pontos percentuais, 51% a 43% de McCain.

O instituto aponta ainda que os dois senadores tem mantido o desempenho relativamente estável nas pesquisas, mesmo diante de intensa agenda de campanha, propagandas na TV e cobertura da imprensa. Nas duas últimas semanas, a porcentagem de Obama nas sondagens Gallup tem variado de 50% a 52%, enquanto o republicano McCain marca 41% a 43% da preferência dos eleitores registrados.

Efe/AP
Barack Obama x John McCain
Democrata Barack Obama (esq.) amplia margem e tem agora dez pontos sobre o rival republicano John McCain (dir.) na pesquisa

A pesquisa, realizada entre 29 e 31 de outubro, mostra ainda que 27% dos eleitores entrevistados já votaram no processo de votação antecipada. A margem de eleitores que participaram do processo aumentou significativamente desde a pesquisa realizada entre 17 e 19 de outubro, quando apenas 7% dos entrevistados já haviam declarado seu voto na eleição presidencial.

E os eleitores antecipados, aponta o Gallup, favorecem o democrata Obama por uma margem um pouco maior do que o cenário geral.

A pesquisa Gallup consultou 2.847 eleitores registrados e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Moderado

O democrata também lidera, embora com margem menor, na pesquisa diária do Reuters/C-SPAN/Zogby, divulgada neste domingo. Segundo o instituto, Obama tem seis pontos percentuais sobre McCain, com 50% da preferência contra 40% do senador republicano.

O resultado mostra uma queda de um ponto percentual em relação à sábado. "Faltam dois dias antes da eleição e, obviamente, qualquer coisa pode acontecer, mas é difícil ver onde McCain pode ir daqui", disse o pesquisador John Zogby.

A sondagem do fim de semana mostra que ambos os candidatos parecem estar consolidando o apoio entre sues tradicionais eleitorados --mulheres e independentes para Obama e eleitores mais velhos e conservadores para McCain.

O Zogby apontou também, assim como o Gallup, que Obama foi o mais beneficiado pelo processo de votação antecipada, com 56% contra 39% dos votos entre estes entrevistados. Este resultado pode ser explicado pela intensa campanha democrata para o registro de eleitores e para a mobilização no processo de votação antecipada.

Obama, que pode se tornar o primeiro presidente negro do país, tem ainda 93% de apoio entre o eleitorado negro e 65% entre os hispânicos.

Os candidatos nanicos, independente Ralph Nader e o libertário Bob Barr, receberam 2% e 1% das indicações, respectivamente. Outros 2% permanecem indecisos.

A pesquisa Reuters/C-SPAN/Zogby foi realizada entre 29 e 31 de outubro, com 1.201 eleitores e tem margem de erro de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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