Mundo
02/11/2008 - 09h01

Reino Unido e França "disputam" primeira visita ao próximo presidente dos EUA

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da Efe, em Londres

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e o presidente da França, Nicolas Sarkozy, estão atualmente empenhados em uma corrida paralela à disputa presidencial americana. Segundo o jornal britânico "The Sunday Telegraph", ambos os líderes querem ser o primeiro a ser recebido no Salão Oval pelo próximo presidente dos Estados Unidos.

Os diplomatas britânicos em Washington, ainda segundo o jornal, receberam instruções para fazerem todo o possível para que Brown deixe Sarkozy para trás e se torne o primeiro político europeu a ser recebido pelo próximo presidente americano, que tomará posse em 20 de janeiro.

Em Londres, acredita-se que, se o democrata Barack Obama vencer, o primeiro-ministro britânico terá grandes chances de derrotar o presidente francês nessa disputa, já que ambos são de centro-esquerda.

Além disso, o embaixador britânico em Washington, Nigel Sheinwald, tem vínculos estreitos com a equipe que assessora o candidato democrata em política externa e economia.

No entanto, para posar com o futuro presidente dos EUA, talvez nenhum dos dois líderes europeus tenha que esperar tanto.

Daqui a duas semanas, acontece em Washington a reunião que o atual ocupante da Casa Branca, George W. Bush, convocou para tratar da atual crise financeira internacional, e o vencedor das eleições americanas de terça-feira talvez esteja na cidade.

Nesse caso, diz o "Sunday Telegraph", Sarkozy pode sair na frente, já que, ao contrário do que ocorre com Brown, a autopromoção não causa nenhum constrangimento ao presidente francês.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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