McCain rebate pessimismo e diz que disputa está longe de acabar
colaboração para a Folha Online
Há mais de um mês as pesquisas de intenção de voto apontam a derrota do candidato republicano à Casa Branca, John McCain. Contudo, o senador rebateu o pessimismo neste sábado, em comício em Virgínia, quando afirmou aos eleitores que a disputa está longe de acabar.
Em Norfolk, McCain falou diante de milhares de pessoas em um estacionamento. "Eu sou um americano e eu escolho lutar", disse McCain. "Nós não podemos desistir, nós não podemos desistir nunca. Agora vamos lá e vamos ganhar esta eleição", continuou o republicano, em um discurso que lembrou o lema nacional "não desisto nunca".
| Brian Snyder/Reuters |
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| John McCain faz campanha na Virgínia e diz que a disputa ainda não terminou |
Nos últimos dias antes da eleição, que acontece em 4 de novembro, McCain está atrás do rival democrata Barack Obama por margem de dez pontos percentuais, segundo a mais recente pesquisa Gallup.
"Nós estamos voltando. O Mac está de volta", disse o republicano, que tem insistido que a pesquisa que realmente vale é aquela de 4 de novembro.
O senador reiterou sua promessa de "cuidar dos trabalhadores", reduzindo taxas e limpando a corrupta Washington. Reiterou também o argumento de que Obama tem uma "clássica agenda liberal de esquerda para distribuir riquezas".
"Senador Obama está concorrendo para ser o redistribuidor-em-chefe. eu estou concorrendo para ser comandante-em-chefe. Ele está concorrendo para espalhar a riqueza. Eu estou concorrendo para criar mais riqueza", disse o republicano.
McCain retomou ainda o argumento de que tem mais experiência que o rival para encara os duros desafios dentro e fora do país. "Eu fui testado, meus amigos. Quando eu for presidente, nós vamos ganhar no Iraque, nós vamos ganhar no Afeganistão e nós vamos voltar para casa com a vitória e a honra", disse o republicano, sobre o assunto que prometia dominar a campanha eleitoral até o estouro da crise financeira em meados de setembro.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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