Mundo
02/11/2008 - 15h08

Moradores de cidade inglesa explodem imagem de Palin

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Colaboração para a Folha Online

Moradores de cidade da Inglaterra deram veredicto explosivo à candidata republicana à vice-Presidência dos Estados Unidos, Sarah Palin, enchendo uma imagem gigante da republicana com fogos de artifício e a estourando, de acordo com o site da "CNN".

A apresentação fora do comum foi o clímax de uma celebração anual de fogueira ao ar livre, neste sábado, no sul da cidade de Battle, onde figuras políticas são alvo da tradição local que vê um ícone diferente ser destruído a cada ano.

Suzanne Plunkett/Reuters
Imagem da candidata à vice-Presidência dos Estados Unidos, Sarah Palin, explode em evento na cidade de Battle, sul da Inglaterra
Imagem da candidata à vice-Presidência dos Estados Unidos, Sarah Palin, explode em evento na cidade de Battle, sul da Inglaterra

Segundo o site, a criação deste ano foi uma representação que pouco elogiava a "hockey mom", que exibia braços musculosos segurando ostensivamente uma arma, usava batom vermelho brilhante e um sorriso-careta. Ela estava ao lado de um alce e logo abaixo havia o slogan "Muito quente para lidar". Junto à caricatura da governadora do Estado americano do Alasca havia uma imagem menor do candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, usando um capacete militar.

Os organizadores do evento, que assistiram a uma extravagante passeata pela histórica cidade antes de acender uma fogueira ao ar livre e detonar a imagem, disse que o tema político da pirofagia não tinha intenção de ofender. "Nós somente achamos que ela era um dos personagens mais interessantes das eleições americanas", disse Matt Southam.

Tradição desde 1646, o evento já queimou imagens do primeiro ministro inglês Gordon Brown e de seu antecessor Tony Blair em anos anteriores. Apesar das chuvas fortes, a imagem de Palin queimou em segundos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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