Mundo
02/11/2008 - 16h15

Embaixador dos EUA diz que próximo presidente manterá ajuda à Colômbia

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da Efe, em Bogotá

A colaboração dos Estados Unidos com a Colômbia é um assunto de interesse nacional que será mantido pelo futuro presidente, afirmou o embaixador americano em Bogotá, William Brownfield.

"Esse interesse nacional não vai mudar", afirmou Brownfield em entrevista publicada hoje pelo jornal "El Tiempo", de Bogotá.

O diplomata afirmou que, nos últimos oito anos, os EUA mantiveram uma "política coerente" e que pouco mudou em relação à Colômbia.

Ele disse que os governos dos dois países têm interesse "em colaborar com esta política em termos econômicos, na luta contra a droga ilícita, na segurança e no terrorismo, no comércio, e em assuntos sociais e humanitários".

"Não é que um governo tenha decidido dar um presente ao outro", é que os dois "fizeram uma análise de seus interesses nacionais e optaram por esta política de apoio, que chamamos de Plano Colômbia", acrescentou o diplomata.

Neste contexto, Brownfield não previu grandes mudanças, "pelo menos por parte de Washington" a partir de 20 de janeiro, quando o novo presidente americano assumirá o cargo.

O embaixador reconheceu que a atual crise financeira internacional pode afetar a ajuda de seu país à Colômbia, mas disse que os argumentos para mantê-la têm a mesma força de 1999, quando o Plano Colômbia foi aprovado.

O apoio aos colombianos também não seria sacrificado em favor do México, que enfrenta um crescente problema de narcotráfico e de violência, afirmou Brownfield.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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