Republicanos protestam durante comício de Joe Biden
colaboração para a Folha Online
O candidato a vice democrata, Joe Biden, foi interrompido durante comício em universidade na Flórida por um grupo de apoiadores da chapa republicana que protestaram contra o democrata com sirenes e megafones.
Biden, que voltou ao Estado para três eventos neste domingo, se referiu aos republicanos como "aqueles lá no estacionamento" quatro vezes e os usou de exemplo, afirma reportagem da CNN, do motivo pelo qual os democratas devem ir às urnas nesta terça-feira.
| Phil Sandlin/AP |
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| Candidato a vice democrata, Joe Biden, faz comício em universidade da Flórida |
"Eu quero dizer literalmente. Não é uma brincadeira. Eu sei que vocês acham parte disso detestável", disse o democrata. "Nós precisamos encerrar isso. Alguém tem que ser grande o suficiente para se levantar e encerrar isso".
No campus da Universidade Estadual da Flórida, Biden discursou em clima de fim de campanha e aproveitou a interrupção para pedir aos seus apoiadores que trabalhem em um esforço bipartidário para a aprovação das reformas necessárias para retomar o crescimento do país.
"Vocês acham que teremos reforma educacional? Vocês acham que teremos o fim desta guerra e o restabelecimento de nosso papel no mundo sem ter uma grande porção de republicanos nos apoiando? Nenhum partido pode fazer isso", disse aos presentes.
Biden lembrou ainda do endosso do impopular vice-presidente, Dick Cheney, à chapa republicana. O argumento já rendeu críticas de Barack Obama e um anúncio irônico dos democratas neste fim de semana.
Biden perguntou aos presentes se precisavam de mais prova de que a chapa John McCain e Sarah Palin será uma continuação da administração Bush-Cheney. "Caros, John McCain e Sarah Palin podem ter o endosso de Dick Cheney. Nós nos contentamos com pessoas como [investidor bilionário] Warren Buffet e [republicano e ex-secretário de Estado] Colin Powell", disse, em tom irônico.
Nesta segunda-feira, Biden deve continuar seu tour por Estados considerados cruciais para as eleições desta terça-feira. Na manhã, ele deve ir a Missouri, à tarde a Ohio e à noite à Filadélfia.
No dia da votação, depois de votar em Wilmington, ele visitará ao menos mais um Estado-chave antes de se juntar a Obama, em Chicago.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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