Mundo
03/11/2008 - 10h30

Republicanos protestam durante comício de Joe Biden

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colaboração para a Folha Online

O candidato a vice democrata, Joe Biden, foi interrompido durante comício em universidade na Flórida por um grupo de apoiadores da chapa republicana que protestaram contra o democrata com sirenes e megafones.

Biden, que voltou ao Estado para três eventos neste domingo, se referiu aos republicanos como "aqueles lá no estacionamento" quatro vezes e os usou de exemplo, afirma reportagem da CNN, do motivo pelo qual os democratas devem ir às urnas nesta terça-feira.

Phil Sandlin/AP
Democratic vice presidential candidate, Sen. Joe Biden, D-Del.,mingles with the crowd after a rally at the University of Florida in Gainesville, Sunday, Nov. 2, 2008. (AP Photo/Phil Sandlin)
Candidato a vice democrata, Joe Biden, faz comício em universidade da Flórida

"Eu quero dizer literalmente. Não é uma brincadeira. Eu sei que vocês acham parte disso detestável", disse o democrata. "Nós precisamos encerrar isso. Alguém tem que ser grande o suficiente para se levantar e encerrar isso".

No campus da Universidade Estadual da Flórida, Biden discursou em clima de fim de campanha e aproveitou a interrupção para pedir aos seus apoiadores que trabalhem em um esforço bipartidário para a aprovação das reformas necessárias para retomar o crescimento do país.

"Vocês acham que teremos reforma educacional? Vocês acham que teremos o fim desta guerra e o restabelecimento de nosso papel no mundo sem ter uma grande porção de republicanos nos apoiando? Nenhum partido pode fazer isso", disse aos presentes.

Biden lembrou ainda do endosso do impopular vice-presidente, Dick Cheney, à chapa republicana. O argumento já rendeu críticas de Barack Obama e um anúncio irônico dos democratas neste fim de semana.

Biden perguntou aos presentes se precisavam de mais prova de que a chapa John McCain e Sarah Palin será uma continuação da administração Bush-Cheney. "Caros, John McCain e Sarah Palin podem ter o endosso de Dick Cheney. Nós nos contentamos com pessoas como [investidor bilionário] Warren Buffet e [republicano e ex-secretário de Estado] Colin Powell", disse, em tom irônico.

Nesta segunda-feira, Biden deve continuar seu tour por Estados considerados cruciais para as eleições desta terça-feira. Na manhã, ele deve ir a Missouri, à tarde a Ohio e à noite à Filadélfia.

No dia da votação, depois de votar em Wilmington, ele visitará ao menos mais um Estado-chave antes de se juntar a Obama, em Chicago.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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