Mundo
04/11/2008 - 14h40

John McCain vota no Arizona e visita hoje mais dois Estados

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da Folha Online

O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, votou nesta terça-feira em Phoenix, no Arizona. McCain foi ao centro de votação às 9h15 hora local (14h15 de Brasília), uma igreja metodista próxima a sua residência, onde era esperado pela imprensa.

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Em sua chegada, o candidato, que estava acompanhado por sua esposa Cindy, foi recebido por um pequeno grupo de simpatizantes aos gritos de "vamos John, vamos". Depois de votar, fez sinal de positivo com o polegar e deixou o lugar sem fazer declarações à imprensas no local.

Stephan Savoia/AP
Atrás nas pesquisas de intenção de voto, o republicano John McCain vota no Arizona
Atrás nas pesquisas de intenção de voto, o republicano John McCain vota no Arizona

McCain viaja hoje para o Colorado e Albuquerque, no Novo México, onde participa de atos públicos. À noite, estará no Arizona, ao lado de integrantes do partido republicano e da candidata a vice em sua chapa, a governadora do Alasca, Sarah Paling.

Pesquisas

O republicano tenta, até o último instante, tirar a vantagem do candidato democrata, Barack Obama, apontada pelas pesquisas de intenção de voto. Nesta terça-feira, sondagem feita em cinco dos oito Estados-chave mostra Obama como favorito. A média de pesquisas do site Real Clear Politics dá ao democrata 51,6% das intenções de voto, contra 44,3% para McCain.

Já segundo uma série de pesquisas Reuters/Zogby, também divulgada hoje, Obama ampliou sua vantagem sobre McCain para 11 pontos percentuais. Agora, conta com 54% das intenções de voto contra 43% do republicano.

Obama consolidou sua vantagem nas pesquisas com o estouro da crise financeira, em meados de setembro, favorecido pela imagem de um candidato mais apto a lidar com a situação econômica do país.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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