Mundo
04/11/2008 - 17h53

Avó de Obama votou por correio antes de morrer; voto irá valer

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da France Press

Antes de morrer na véspera das eleições presidenciais, Madelyn Dunham, 86, avó materna do candidato à Presidência pelo Partido Democrata, Barack Obama, votou pelo correio. De acordo com um porta-voz do candidato, o voto dela será contabilizado apesar da sua morte. "Uma vez que se emita um voto antecipado, ele já conta", afirmou Linda Douglass.

Dunham faleceu na segunda-feira, em sua casa no Havaí, depois de uma longa batalha contra o câncer.

Jason Reed/Reuters
"[Ontem, Obama chorou pela morte da avó durante discurso na Carolina do Norte]":http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u463712.shtml
Ontem, Obama chorou pela morte da avó durante discurso na Carolina do Norte

Ontem, o próprio Obama anunciou, em um comício na Carolina do Norte, a morte da avó que o criou a partir dos 10 anos, quando a mãe foi trabalhar na Indonésia. Obama, que tem o pai queniano e a mãe americana, interrompeu a sua campanha há alguns dias para visitar a avó, já muito doente.

Na homenagem à avó, Obama --que em determinado momento não resistiu e começou a chorar, mas sem interromper o discurso-- falou sobre os "heróis calados" do país, que se sacrificam todos os dias em seus trabalhos para levar à frente suas famílias e a nação.

Ele disse ainda que, nesta terça-feira, dia oficial da votação para presidente, os americanos têm "a chance de prestar homenagem a estes heróis calados" e votar por políticas que demonstrem que seus sacrifícios não foram em vão.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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