Mundo
04/11/2008 - 16h37

Ex-assessor de Bush prevê vitória ampla de Obama

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da Efe, em Washington

Um dos principais integrantes da equipe de George W. Bush, o ex-assessor Karl Rove, que participou das campanhas do presidente republicano, afirmou nesta terça-feira que o democrata Barack Obama terá vitória fácil nas eleições.

Jason Reed/Reuters
Ex-assessor do presidente George W. Bush prevê ampla vitória de Barack Obama
Ex-assessor do presidente George W. Bush prevê ampla vitória de Barack Obama

Em entrevista à rede de TV americana CNN, Rove, que deixou a Casa Branca em 2007, usou o termo "landslide" para definir o resultado das votações deste ano.

A expressão é usada quando um candidato vence com ampla margem de votos, como aconteceu com Ronald Reagan, em 1984, e Franklin Roosevelt, nas quatro eleições que disputou.

Para o ex-assessor, este mesmo fenômeno pode voltar a acontecer este ano. Rove acredita que Obama vai conquistar 338 dos 538 votos do colégio eleitoral. Muito acima dos 270 que um candidato precisa para garantir a presidência. Ele acrescenta que o adversário republicano John McCain só deve levar 200 votos.

Se as previsões de Rove estiverem corretas, Obama chegará à Casa Branca com o maior apoio eleitoral desde a vitória de Bill Clinton sobre Bob Dole, em 1996. Na ocasião, o democrata teve 379 votos, contra 159 de Dole.

Rove disse ainda que de todos os Estados-chave, somente o Missouri está ao alcance de McCain. O restante --Flórida, Ohio, Pensilvânia, Colorado, Novo México, Minessota, Iowa e Virginia-- deve dar a vitória ao democrata, segundo Rove.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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