Para imprensa americana, vitória de Obama é irreversível
da Folha Online
Todos os maiores veículos da imprensa americana afirmam no começo da madrugada desta quarta-feira que o democrata Barack Obama, 47, está a poucos minutos de alcançar, no voto popular, a Presidência do país. Conforme as projeções, Obama venceu o rival, o republicano John McCain, 72, em Estados-chave na disputa, como Ohio e Pensilvânia.
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Conforme o jornal "The New York Times", a eventual confirmação da derrota de McCain em Ohio --sem o qual nenhum republicano nunca chegou à Casa Branca--, na Pensilvânia e em New Hampshire é um "golpe que diminui, de forma significante", a possibilidade de vitória de McCain, "tornando ainda mais vital" que ele ganhe em Estados no qual o presidente [George W.] Bush ganhou em 2004 e que ainda não estão decididos.
O site analítico Politico.com classifica a vitória de McCain como "nada além de impossível". "Estamos contentes com o que vemos", disse o estrategista democrata David Axelrod em entrevista à rede de TV CNN. Questionados pela TV sobre a existência de uma chance de vitória, dois assessores sêniores de McCain responderam: não.
Mesmo na rede FoxNews, favorável a McCain na cobertura da corrida presidencial, o analista político Michael Barone afirmou que o republicano protagonizará "uma grande surpresa" caso reverta "a situação em que está agora".
| Martinez Monsivais/AP | ||
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| Partidários do democrata Barack Obama comemoram resultados em noite de eleições no Grant Park, em Chicago |
Projeções
De acordo com projeções divulgadas na imprensa, à 1h50 (horário de Brasília), Obama tinha, virtualmente, 220 votos no Colégio Eleitoral assegurados --pouco menos que os 270 mínimos necessários para vencer-- e McCain, 114. O Colégio Eleitoral é que realmente decide o novo presidente, com base na votação popular.
Pelas projeções, Obama já ganhou ao menos 16 Estados, além do Distrito de Columbia, e McCain, ao menos 13 Estados.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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