Mundo
05/11/2008 - 05h23

Presidente do Quênia comemora ganho no turismo com vitória de Obama

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da Folha Online

O presidente do Quênia, Mwai Kibaki, anunciou o feriado nacional logo após a confirmação da vitória do candidato democrata Barack Obama nas eleições americanas e também comemorou possíveis ganhos no setor de turismo para o país.

Os quenianos foram comemorar o momento histórico com música em Kibera, Nairóbi, segundo o "Daily Nation".

O pai de Obama nasceu no Quênia e o democrata possui parentes lá, como Sarah Obama, madrasta de seu pai, que aos 86 anos acompanhou a apuração das eleições pela TV em sua vila com familiares.

Matt Dunham/AP
Parentes de Barack Obama no Quênia comemoram com dança vitória do democrata nas eleições presidenciais dos Estados Unidos
Parentes de Barack Obama no Quênia comemoram com dança vitória do democrata nas eleições presidenciais dos Estados Unidos

"Este é um dia histórico não apenas para os Estados Unidos da América, mas também para nós no Quênia. A vitória do senador Obama é nossa vitória por causa das raízes dele no Quênia. Como um país, nós estamos repletos de orgulho pelo sucesso dele", afirmou Kibaki.

"Em nome do governo e do povo do Quênia, e em meu próprio nome, eu me uno ao resto do mundo e comemoro e cumprimento você pelas eleição como o 44º presidente dos EUA", afirmou ainda Kibaki.

"Eu estou confiante que sua Presidência irá introduzir um novo capítulo de diálogo entre o povo americano e o mundo", declarou ainda o presidente queniano.

Kibaki ainda disse que a vitória de Obama pode ajudar o Quênia não apenas em termos geopolíticos, ele citou que o turismo em seu país deve ter ganhos com o resultado das eleições de hoje.

"É excelente para o Quênia não apenas apenas pela ligação com o presidente eleito, mas também porque a vitória é um arauto de boas notícias especialmente para o nosso setor de turismo", afirmou Kibaki, que acrescentou que muitos americanos devem agora visitar o país natal do pai de seu futuro presidente.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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