Mundo
05/11/2008 - 07h06

Jornais dos EUA destacam quebra de barreira racial com vitória de Obama

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da Folha Online

Os jornais americanos destacaram a vitória histórica do democrata Barack Obama, que será o primeiro negro a assumir a Casa Branca. Obama venceu por larga margem o republicano John McCain em uma disputa eleitoral histórica.

Nos Estados Unidos, a questão racial e também os problemas que o futuro presidente terá de enfrentar ganharam destaque nos principais veículos do país.

Na Europa, os jornais também destacaram o acontecimento histórico.

Reprodução

The New York Times

O jornal americano abriu, logo ao contabilizar a vitória democrata, a manchete: "Eleitores encampam vocação à mudança e barreira racial cai".

O "NYT" se posicionou durante o período de campanha a favor do democrata Barack Obama.

Acima da manchete, os números da apuração continuaram a ser atualizados, mostrando a vitória democrata.

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The Washington Post

Alternando as imagens da família Obama, da comemoração americana e os rostos de John McCain e sua mulher, Cindy, o site do jornal "The Washington Post" levou como manchete: "Obama ganha em eleição que fez história".

O "Post" também destacou em sua página a questão afro-americana e dedicou uma reportagem sobre os problemas que o democrata irá enfrentar: "Escolhas difíceis acompanham triunfo". A chamada para o texto era: "Após uma vitória de significado histórico, Obama irá herdar problemas de proporções históricas.

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Los Angeles Times

"Obama vence. Essa é a verdadeira genialidade da América --que a América pode mudar". Esse é o texto de abertura do "Los Angeles Times" nesta quarta-feira (5).

Em sua página de abertura, o jornal lembrou o passado do presidente eleito, salientou que Obama "fez história" e trouxe um mapa interativo das eleições.

"O democrata quebrou a última barreira racial americana com a derrota do republicano John Mc Cain", registrou o veículo.

Reprodução

The Wall Street Journal

O jornal especializado em finanças traz em sua capa a manchete "Obama se arrasta para uma vitória histórica".

O veículo assinala que o presidente eleito venceu em Ohio, Pensilvânia e Flórida --fator que foi essencial para elegê-lo, em detrimento ao candidato republicano John Mc Cain.

O jornal também chamou a atenção para a conquista de assentos, no Senado, por parte dos democratas.

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The Washington Post

Alternando as imagens da família Obama, da comemoração americana e os rostos de John McCain e sua mulher, Cindy, o site do jornal "The Washington Post" levou como manchete: "Obama ganha em eleição que fez história".

O "Post" também destacou em sua página a questão afro-americana e dedicou uma reportagem sobre os problemas que o democrata irá enfrentar: "Escolhas difíceis acompanham triunfo". A chamada para o texto era: "Após uma vitória de significado histórico, Obama irá herdar problemas de proporções históricas.

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Miami Herald

O jornal "Miami Herald" colocou em sua página principal o título "Obama: 'A mudança chegou na América" para levar à sua reportagem que diz: "Primeiro presidente negro faz história nos Estados Unidos.

Baseado na Flórida, um Estado fundamental nas eleições americanas, o jornal colocou em sua primeira página uma foto de Obama com sua família.

O discurso de Obama, a alegria das ruas, o reconhecimento da derrota por McCain aparecem ligados ao bloco principal da página.

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USA Today

O jornal colocou também deixou ao próprio Obama anunciar sua vitória ao colocar o título "Obama: a mudança chegou" para marcar a eleição do primeiro presidente negro dos Estados Unidos.

Logo abaixo, a primeira chamada dizia "Democratas pedem urgência na renovação do espírito americano".

A opção do site para sua capa foi de uma com Obama, sua mulher, Michelle, Joe Biden e sua mulher, Jill Biden.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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