Mundo
05/11/2008 - 07h47

Reeleito senador pela sétima vez, vice de Obama pode assumir os dois cargos

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da Folha Online

Reeleito pela sétima vez ao Senado pelo Estado de Delaware, o vice-presidente eleito nesta terça-feira, Joe Biden, pode assumir os dois cargos, de acordo com a lei estadual.

Veja gráfico com as maiorias no Congresso sob Clinton e Bush

Michal Czerwonka/Efe
Candidato a vice-presidente democrata Joe Biden, eleito pela sétima vez ao Senado
Candidato a vice-presidente democrata Joe Biden, eleito pela sétima vez ao Senado

Porém, a governadora em fim de mandato Ruth Ann Minner pode ordenar a substituição do vice-presidente no Senado. A ordem pode caber também ao governador eleito Jack Markell. O novo governador e o presidente assumem o cargo em 20 de janeiro, e Biden poderia esperar até lá para renunciar ao cargo legislativo.

Observadores políticos do Delaware há muito especulam que Biden estava preparando seu filho, o Promotor-geral do Estado general Joseph R. "Beau" Biden 3º, para sucedê-lo.

Mas Beau Biden é também capitão da Guarda Nacional de Delaware e deve ser enviado ao Iraque, onde atuará durante nove meses como promotor militar. A Polícia Militar impediria que ele assumisse os deveres de um cargo eletivo enquanto em ação pelo órgão.

O fato de ser filho do vice-presidente eleito também não diminuiria seu período de trabalho no Iraque, afirmou o coronel George Wright, porta-voz do Exército.

Assessoria

Assumindo os dois cargos ou não, o vice eleito deve ter um papel secundário na administração de Barack Obama.

Biden chama Dick Cheney de o "mais perigoso" vice-presidente da história dos EUA devido aos seus amplos poderes e diz querer um papel menos decisivo, porém importante, como número dois de Obama.

O democrata, eleito vice após a vitória de Obama na disputa pela Presidência nesta terça, diz não vislumbrar poderes especiais, mas quer estar ao lado do presidente quando importantes decisões forem tomadas.

"Barack será o homem que faz as políticas e toma as decisões. Eu darei meu melhor julgamento", afirmou Biden a jornalistas na semana passada.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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