Reeleito senador pela sétima vez, vice de Obama pode assumir os dois cargos
da Folha Online
Reeleito pela sétima vez ao Senado pelo Estado de Delaware, o vice-presidente eleito nesta terça-feira, Joe Biden, pode assumir os dois cargos, de acordo com a lei estadual.
Veja gráfico com as maiorias no Congresso sob Clinton e Bush
| Michal Czerwonka/Efe |
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| Candidato a vice-presidente democrata Joe Biden, eleito pela sétima vez ao Senado |
Porém, a governadora em fim de mandato Ruth Ann Minner pode ordenar a substituição do vice-presidente no Senado. A ordem pode caber também ao governador eleito Jack Markell. O novo governador e o presidente assumem o cargo em 20 de janeiro, e Biden poderia esperar até lá para renunciar ao cargo legislativo.
Observadores políticos do Delaware há muito especulam que Biden estava preparando seu filho, o Promotor-geral do Estado general Joseph R. "Beau" Biden 3º, para sucedê-lo.
Mas Beau Biden é também capitão da Guarda Nacional de Delaware e deve ser enviado ao Iraque, onde atuará durante nove meses como promotor militar. A Polícia Militar impediria que ele assumisse os deveres de um cargo eletivo enquanto em ação pelo órgão.
O fato de ser filho do vice-presidente eleito também não diminuiria seu período de trabalho no Iraque, afirmou o coronel George Wright, porta-voz do Exército.
Assessoria
Assumindo os dois cargos ou não, o vice eleito deve ter um papel secundário na administração de Barack Obama.
Biden chama Dick Cheney de o "mais perigoso" vice-presidente da história dos EUA devido aos seus amplos poderes e diz querer um papel menos decisivo, porém importante, como número dois de Obama.
O democrata, eleito vice após a vitória de Obama na disputa pela Presidência nesta terça, diz não vislumbrar poderes especiais, mas quer estar ao lado do presidente quando importantes decisões forem tomadas.
"Barack será o homem que faz as políticas e toma as decisões. Eu darei meu melhor julgamento", afirmou Biden a jornalistas na semana passada.
Com agências internacionais
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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