Mundo
05/11/2008 - 17h05

Mandela parabeniza Obama e pede que ele lute contra a pobreza

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colaboração para a Folha Online

Nelson Mandela, o primeiro governante negro da África do Sul, parabenizou hoje o democrata Barack Obama por sua vitória nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, e pediu que ele lute contra a pobreza e as doenças ao redor do mundo.

Themba Hadebe/AP
South Africa's former President Nelson Mandela during his 90th birthday celebrations at his house in Qunu, South Africa, Saturday, July 19, 2008.(AP Photo/Themba Hadebe, Pool)
Nelson Mandela, ícone da luta contra o apartheid, parabenizou Obama pela vitória

"Sua vitória demonstrou que nenhuma pessoa no mundo deve deixar de sonhar em transformar o mundo em um lugar melhor", disse Mandela, em uma carta a Obama divulgada pela Fundação Nelson Mandela.

Na carta a Obama, que toma posse em 20 de janeiro como o primeiro presidente negro do país, Mandela diz "aplaudir" o compromisso do democrata em apoiar a paz e a segurança no mundo. "Confiamos em que também, durante sua Presidência, adotará como missão a luta contra a pobreza e a doença", acrescenta Mandela.

O ex-presidente sul-africano, Prêmio Nobel da Paz por sua luta contra o regime segregacionista do apartheid, desejou a Obama "força e resistência nos dias e anos de desafio que tem pela frente".

Além disso, mostrou sua certeza de que Obama "conseguirá seu sonho" de levar os EUA a uma "comunidade de nações comprometida com a paz e a prosperidade para todos".

Com Efe e Reuters

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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