Mundo
05/11/2008 - 22h55

Presidente peruano convida Obama para visita e elogia mensagem de mudança

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da Efe

O presidente do Peru, Alan García, convidou nesta quarta-feira o presidente eleito dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, a visitar seu país. García parabenizou o novo chefe de Estado dos EUA pelo fato de sua "mensagem de mudança e esperança" ter recebido o apoio da maioria dos americanos.

Paolo Aguilar/Efe
Alan García afirmou acreditar na liderança de Obama para melhorar o cenário econômico
Alan García afirmou acreditar na liderança de Obama para melhorar o cenário econômico

Segundo uma nota oficial, García telefonou hoje para Obama, a quem felicitou pela vitória de ontem e transmitiu os cumprimentos do povo peruano. O presidente do Peru também lhe enviou uma carta, na qual reiterou suas felicitações e convidou o presidente eleito dos EUA para uma visita ao seu país.

García desejou a Obama "o maior dos sucessos em sua gestão". O presidente disse ainda que acompanhou "com interesse e admiração" a campanha eleitoral do democrata, que, segundo ele, "mostrou o vigor da democracia nos Estados Unidos e a decisão majoritária de seu povo, que apoiou sua mensagem de mudança e esperança".

"Temos certeza de que sua liderança e suas convicções políticas serão decisivas para que a comunidade internacional encontre de maneira responsável e equitativa uma saída para a crise que atualmente afeta as finanças e a economia mundial", declarou o presidente peruano.

García também afirmou estar certo de que a relação bilateral continuará se fortalecendo e mencionou a entrada em vigor do Acordo de Livre-Comércio assinado em 2006 entre ambos os países.

"O Peru, como país comprometido com a paz, a estabilidade e a segurança em nosso continente, estará honrado em recebê-lo. Por isso, estendo meu mais cordial convite para que visite o nosso país", disse.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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