Obama oferece chefia de gabinete a ex-assessor de Bill Clinton
da Folha Online
O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, ofereceu o cargo de chefe de gabinete a Rahm Emanuel, deputado por Illinois --Estado pelo qual Obama é senador-- e um dos principais assessores do ex-presidente Bill Clinton na Casa Branca (1993-2001). Os democratas acreditam que ele aceitará o cargo e ajudará a organizar a nova administração Obama.
Veja imagens da eleição para presidente dos EUA
| John Gress/Reuters |
![]() |
| O deputado democrata Rahm Emanuel e Barack Obama; Emanuel foi convidado para assumir a chefia de gabinete do novo presidente |
O cargo de chefia de gabinete é uma das primeiras decisões que o presidente eleito precisa tomar e, de acordo com assessores, Emanuel está discutindo a proposta com Obama.
Emanuel, o democrata número três na Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados), disse estar propenso a deixar sua liderança no Congresso para se unir à equipe de Obama. Porém, assessores afirmaram que ainda não há acordo.
O político forneceria conhecimentos já adquiridos sobre como a Casa Branca funciona, assim como fortes contatos no Congresso. Porém, seu estilo rude e impetuoso, assim como seu longo histórico político, podem entrar entrar em conflito com a vontade de Obama de mudar a política em Washington.
Experiente
Emanuel é amigo próximo de Obama e tem uma importante experiência híbrida pouco comum --como assessor de Clinton, líder no Congresso e estrategista político.
Deputado desde 2002, mostrou durante a administração Clinton um estilo agressivo, "freqüentemente profano", segundo o "New York Times", e instrumental na definição de questões de política interna como saúde, previdência e comércio.
| Gary Hershorn/Reuters |
|
| Obama e seu vice, Joe Biden, receberão fardo de problemas de Bush ao assumir Presidência, principalmente econômicos |
Ele recebeu o apelido de Rahmbo por sua determinação e política de não fazer prisioneiros. Se Emanuel renunciar ao seu assento, estará abrindo mão de uma carreira promissora na Câmara e de suas aspirações de se tornar líder na casa.
Após deixar o posto na Casa Branca, trabalhou no mercado financeiro por três anos, até ser eleito deputado. Quando jovem, feriu com gravidade um dedo em um cortador de carne. A ferida se infectou, e ele perdeu metade do dedo do meio de sua mão direita, o que se tornou um tipo de marca registrada do político.
Sua passagem pelo mercado financeiro e em bancos dá margem para criticas de que ele seria aliado dos banqueiros de Wall Street. Críticos afirmam que ele apenas teve sucesso no ramo devido aos seus contatos políticos.
Leia mais
- Presidente peruano convida Obama para visita e elogia mensagem de mudança
- Conheça os líderes da equipe de transição de Obama
- Acompanhe resultados Estado por Estado nos EUA
- Proibição de casamento gay na Califórnia pode gerar batalha na justiça
- Após oito anos no poder, Bush deixa graves problemas para Obama
Especial
Livraria




Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
avalie fechar
avalie fechar
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
avalie fechar