Mundo
06/11/2008 - 16h33

Crise e déficit ameaçam travar plano econômico de Obama

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colaboração para a Folha Online

Barack Obama foi eleito presidente com a tarefa de mudar os rumos da economia americana , numa escala que não é vista há décadas. Durante quase dois anos de campanha, o democrata apresentou propostas detalhadas para redução de impostos e aumento de benefícios sociais para a classe média, pobres, estudantes e idosos. Ele também defendeu investimentos em infra-estrutura e tecnologias "verdes", assim como expansão do seguro de saúde e atendimento médico.

Reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal "Los Angeles Times" afirma que, agora, Obama enfrenta o desafio familiar a todos os presidentes recém-eleitos: transformar as idéias elaboradas para ganhar votos em medidas que se adequam à realidade. Certamente, o democrata vai ter que adaptar algumas de suas propostas ao cenário de retração econômica.

Em entrevista ao "LA Times", o professor de Finanças na Universidade do Texas e conselheiro de Obama, James K. Galbraith, disse que as prioridades de governo estão se voltando para a área econômica. "Não há razões para pensar que essas condições econômicas vão desaparecer em seis meses", afirmou.

Sem consenso

No entanto, pessoas próximas ao presidente eleito dizem que Obama terá que mediar integrantes da equipe econômica que se encontram em campos opostos. Assessores moderados estão cautelosos sobre esforços para estimular a economia, o que, segundo eles, agravaria o déficit no orçamento. Enquanto outros defendem medidas semelhantes às usadas pelo presidente Franklin Roosevelt para estimular a economia na década de 30, através de grande participação e incentivo do governo.

A economia em retração e as despesas feitas pela atual gestão para salvar o setor financeiro certamente vão complicar a implementação de um novo plano econômico, segundo o "LA Times". Mas conselheiros de Obama garantem que ele não pretende abandonar seus objetivos.

Um dos conselheiros de Obama para a área econômica, Jared Bernstein, reconhece que algumas medidas têm que ser tomadas com urgência, para que seja possível a implementação de outras, como expansão dos benefícios da seguridade social e atendimento médico. "Não podemos melhorar o atendimento na saúde pública até que a economia esteja funcionamento bem", disse.

Comentários dos leitores
ANDRE LUIZ (16) 21/12/2009 14h57
ANDRE LUIZ (16) 21/12/2009 14h57
SINCERAMENTE EU NÃO ACREDITO !!!!!!!!!!!!!
O PLACAR DE PERSONALIDADES DO ANO COMPUTA QUE ZINA ( SEI LÁ O QUE É ZINA ! ) ESTÁ Á FRENTE DO NOSSO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, A FRENTE DE CÉSAR CIELO ( RECORDISTA MUNDIAL E TANTAS MEDALHAS TROUXE AO BRASIL, E AINDA Á FRENTE DE MICKAEL JACKSON ( ÍCONE DA MÚSICA POPULAR MUNDIAL ) !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A MASSA SEMPRE FOI BURRA, É BURRA E SEMPRE SERÁ BURRA E AINDA IGNORANTE. COM RARÍSSIMAS EXCEÇÕES AINDA HÁ CABEÇAS PENSANTES NESSE PAÍS !!!!!!!!!!!
sem opinião
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Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Depois de analisar a briga e empurra empurra que foi feito na COP15, para ver quem pagaria 100 bilhoes de dolares, essa matéria parece estupida! Para isso o maior poluente do mundo tem dinheiro, aliás, 6x mais dinheiro do que foi tentado acordar!!!! Que vergonha. 7 opiniões
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fabio siqueira ferreira (261) 19/12/2009 09h12
fabio siqueira ferreira (261) 19/12/2009 09h12
Determinados tolos imaginam que os Estados Unidos temem o poder nuclear do Irã. E a estultice vai mais longe quando alguns aplaudem a possibilidade de o Irã ter a sua bomba atômica.
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O ponto não é se os Estados Unidos possuem o monopólio da tecnologia atômica, mas nas mãos de quem o poder destrutivo vai estar. Sob o domínio do ditador iraniano é que não pode ficar.
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O poder bélico está no domínio da tecnologia e da informação. A capacidade de antecipar-se a ações do inimigo é que fazem a diferença no campo de batalha. Os alvos são milimetricamente destruídos. Exemplo disso são os aviões pilotados à distância e a superbomba antibunker.
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A bomba com a maior quantidade de megatons é a econômica. O Irã e o seu petróleo são convenientes para os Estados Unidos. É tão verdadeira a afirmação que o ditador iraniano não tem coragem de suspender as vendas do seu petróleo para os americanos e europeus.
18 opiniões
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