Mundo
07/11/2008 - 11h49

Hotéis de Washington já estão lotados para posse de Obama

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da Efe, em Washington

Poucos dias após o democrata Barack Obama vencer as eleições presidenciais dos Estados Unidos, os hotéis de Washington começaram a pendurar as placas de "lotado" para 20 de janeiro, dia da posse. Nesta data, o primeiro presidente negro da história dos EUA entrará na Casa Branca após uma cerimônia oficial e um desfile pela avenida Pensilvânia, que une o Capitólio à residência oficial do presidente.

O luxuoso Hotel Willard, situado em um lugar privilegiado da avenida, prepara-se para o grande dia. "Já temos tudo vendido, decoraremos a entrada do hotel com milhares de flores azuis, brancas e vermelhas, como as cores da bandeira, e motivos típicos do estado de Illinois, de onde vem o próximo presidente", disse a porta-voz Bárbara Banny.

Os 342 quartos do hotel de mais de um século de história, cujos salões receberam a maioria dos presidentes americanos, estão já reservados e os hóspedes terão que pagar um preço superior a US$ 900 por uma diária. Habitualmente, explicou a porta-voz, para este tipo de evento, se oferece um pacote de quatro noites no hotel, que inclui acesso às festas, um menu especial e um presente da exclusiva joalheria Tiffany.

Em outro ponto estratégico do percurso presidencial, encontra-se o Marriott, cujos 737 quartos e três terraços também estão reservados. Após a noite eleitoral, os últimos quartos disponíveis se esgotaram. O diretor de marketing do hotel, Rand Goodman, afirmou que uma vez que saiu o resultado da apuração, as pessoas se apressaram em ligar para conseguir quartos, que saem ao preço de US$ 799 por noite.

"Os telefones começaram a tocar esta manhã, mas infelizmente já está tudo cheio", disse Goodman, que adiantou que o hotel também colocará suas melhores cortinas francesas, bandeiras na entrada e telas gigantes para que todos seus hóspedes possam acompanhar o que acontece do lado de fora.

Preparativos

Após a vitória eleitoral, alguns estabelecimentos começaram uma frenética atividade para que tudo esteja pronto para o grande dia. O trabalho de decoração será repartido entre várias floriculturas, mas algumas, como a Greenworks, a um quarteirão da Casa Branca, espera ser uma das escolhidas.

Os serviços secretos também se preparam para o evento, que deve ser ainda maior este ano. A expectativa é de que cerca de 250 mil pessoas ocupem a escada do Capitólio, onde Obama fará sua aparição em público. Mas o número de pessoas que irá às ruas para ver o desfile presidencial até a Casa Branca é imprevisível.

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
sem opinião
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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