Mundo
08/11/2008 - 23h14

Equipe de Obama diverge sobre estratégia agressiva em início de mandato

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da Folha Online

Depois de vencer a eleição nos Estados Unidos com uma maioria considerável, Barack Obama --que passa o fim de semana sem compromissos, ao lado da família-- e seus assessores ainda se perguntam sobre qual a melhor forma de cumprir as promessas de campanha: promover mudanças rápidas, já nos primeiros meses, ou agir de maneira gradual.

Segundo reportagem do jornal "The New York Times", há um debate entre assessores de Obama sobre empreender uma estratégia agressiva em múltiplas frentes ou atuar de forma pragmática, passo a passo em cada área. A tensão entre essas duas táticas tem sido recorrente em documentos preparados ao presidente eleito, afirma a publicação.

07.nov.2008/John Gress/Reuters
Tensão entre táticas tem sido recorrente em documentos preparados por asessores a Obama
Tensão entre estratégias tem sido recorrente em documentos preparados a Obama

"O pobre homem tem suas mãos atadas pela bagunça econômica e financeira que nós temos agora", afirma John Tuck, assessor de Ronald Reagan durante a presidência.

Neste sábado (8), Obama reiterou seu pedido por uma resposta rápida à crise financeira que ameaça a economia americana.

"A história dos quase 1,2 milhão de americanos que perderam seus empregos neste mês são um lembrete urgente de que nós estamos enfrentando o maior desafio econômico de nossas vidas e nós precisamos agir rapidamente", disse Obama, em discurso no programa de rádio semanal do Partido Democrata.

Obama também listou suas prioridades de governo. Primeiro, afirmou, o país precisa de 'uma plano de resgate para a classe média' que crie empregos --principal política da sua plataforma econômica.

Passado

O argumento para uma estratégia agressiva, nos moldes do que foi feito nos governos de Franklin Roosevelt e Lyndon Johnson, fundamenta-se no fato de que as áreas de saúde, energia e educação também fazem parte dos problemas econômicos sistêmicos e devem ser tratadas de maneira abrangente.

Entretanto, os democratas discutem uma estratégia híbrida, dando prioridade a um forte programa econômico que abranja outros elementos da plataforma de campanha de Obama, mesmo que sem objetivos ambiciosos no início do mandato.

De acordo com o jornal, assessores de Obama durante o período de transição têm estudado como presidentes como Roosevelt, John Kennedy, Johnson, Reagan e Bill Clinton agiram nos primeiros meses. A conclusão é que um novo presidente deve utilizar seu tempo, energia e força política em três grandes propriedades, no máximo.

Comentários dos leitores
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 19h52
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 19h52
George Bush pai fooooi amigo do pai de Bin Ladem. George Bush filho foi amigo e sócio do Salem Bin Ladem , irmão de Osama. O Bush filho teve tres sócios, dois quebraram e Salem morreu de acidente de avião, conveniente, quem ficou com os despojos?
Osama foi treinado pela CIA, à época do domínio soviético no Afeganistão. 32 mil rebeldes, aquela época, venceram e expulsaram os soviéticos. Hoje, como são contra os americanos, são chamados de terroristas. Engraçado não é.? Todos sabem que o Afeganistão é estratégico para os EUA que se dirigem países com desinência -ão: Turquistão, azerbaijão, Casaquistão...
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marco quiodine (5) 30/11/2009 15h43
marco quiodine (5) 30/11/2009 15h43
qual pais sera que vai sr invadido primeiro pelos EUA ?
VENEZUELA,IRA OU BRASIL,POIS OS ESTADOS UNIDOS ja esta montando a 4 frota na america do sul,sem falar nas bases que os EUA estao montado na colombia. E como sempre os EUA so estao combatendo o terrorismo,ate parece eles querem mesmo é petroleo.
SEM FALAR QUE NOS EUA AS CRIANÇAS DESDE PEQUENAS SAO INSINADAS QUE A AMAZONIA É DELES.
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Valentin Makovski (317) 30/11/2009 14h12
Valentin Makovski (317) 30/11/2009 14h12
Tão quanto é real que os EUA não sabem o que fazer com o Iraque & Afeganistão, que mais uma vez, estão entre a cruz e a espada, vão enviar mais 30 mil agora e quem sabe uns 50 mmil em uns meses. Obama, esta mais perdido que cachorro em tiroteio, além de ter que aturar seu maior inimigo público o Presidente do Irã, tem que arcar com as péssimas consequencias de 2 guerras, mal planejadas e fracassadas como Iraque & Afeganistão. E não bastasse, recebeu o premio Nobel, rsrsrs. Parace aquela frase do Filme o Gladiador. "O General, que virou escravo, o escravo que virou gladiador o gladiador que desafiou o Imperador" É um belo roteiro de filme ao melhor estilo Xanque.
E tudo isso custou até agora mais de 15 mil soldados dos EUA mortos, mais de U$ 1 trilhão de doláres jogados no lixo. E nós paíse Sub, estamos mas uma vez pagando a conta.
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