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11/11/2008 - 18h46

Equipe de transição de Obama proíbe participação de lobistas

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colaboração para a Folha Online

O chefe da equipe de transição do presidente eleito Barack Obama, John Podesta, anunciou na tarde desta terça-feira as novas regras para os lobistas que participaram da campanha do democrata.

Charles Dharapak/AP
"[Inicialmente, o presidente eleito Barack Obama escalou para a equipe de transição seis dos maiores doadores de campanha]":http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u466041.shtml
Inicialmente, o presidente eleito Barack Obama escalou para a equipe de transição seis dos maiores doadores de campanha

Durante a transição, não será permitida a participação financeira, arrecadação ou movimentação de lobby durante a mudança de governo. Também estará proibida a participação de lobistas que tenham feito alguma negociação nos últimos 12 meses.

"As orientações éticas divulgadas hoje na transição são duras e inequívocas. O presidente deseja que o governo seja capaz de atrair os indivíduos cuja prioridade é servir o interesse público. Este é um passo muito construtivo nesse sentido", afirmou Thomas Mann, da Brookings Intitution (instituição independente de pesquisa e política).

Para Norm Ornstein, do American Enterprise Institute, as medidas são necessárias para se "restaurar a confiança no governo". "A política pode excluir algumas pessoas boas com profunda experiência em suas áreas, mas também irá excluir aqueles que vêem no serviço público um trampolim para o sucesso financeiro", disse.

Ornstein afirma ainda que a atitude de Obama, em proibir os lobistas na transição, pode ser vista como "um bom sinal". Para o chefe de transição de Obama, Podesta, a decisão do novo presidente é vista como "uma tentativa de frear a influência dos lobistas no governo".

"Durante a campanha, lobistas federais ou não puderam contribuir para arrecadar dinheiro para a campanha. Hoje, o presidente eleito está firmando esses compromissos ainda mais ao anunciar a lista mais rigorosa e ética de regras de qualquer equipe de transição na história."

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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