Mundo
11/11/2008 - 19h44

Sarah Palin atribui derrota dos republicanos à perda do voto latino

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da Efe

A ex-candidata a vice-presidente dos Estados Unidos pelo Partido Republicano Sarah Palin reconheceu nesta terça-feira que a perda do voto latino foi um dos motivos que levaram à derrota nas eleições de 4 de novembro.

Al Grillo/AP
Palin lamenta perda do eleitorado latinho durante as eleições
Palin lamenta perda do eleitorado latinho durante as eleições

"Não contamos com o voto hispânico e isso é algo muito significativo que temos que considerar", disse a governadora do Alasca em entrevista concedida ao canal de televisão "NBC". Ainda sem os dados definitivos, as primeiras estimativas após o pleito indicam que Obama obteve 67% do voto hispânico e o candidato republicano, John McCain, 31%.

Em sua análise sobre a derrota dos republicanos, a governadora considerou, além disso, que a superioridade financeira dos democratas e o voto contra a atual administração do republicano George W. Bush foram determinantes.

Palin também respondeu às polêmicas que circularam em torno dela nos últimos dias, como por exemplo sobre a despesa em roupas que a campanha teve, seu conhecimento sobre política externa, e suas supostas tensas relações com McCain.

"Tivemos uma grande relação desde o primeiro dia", assegurou a republicana que definiu a relação com o ex-candidato como "afetuosa, de amizade, de admiração e carinho".

A ex-candidata negou ter gastado US$ 150 mil em roupa para ela e para sua família durante a campanha e assegurou que ficou "estupefata" quando escutou isso pela primeira vez.

Quanto aos comentários que circularam nos últimos dias sobre membros da campanha
--- que revelaram que para Palin a África era um país, não um continente -- a governadora considerou que eram uns "covardes" e questionou "quem foram essas pessoas".

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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