Mundo
12/11/2008 - 18h09

Rússia pede urgência na discussão de conflitos com os EUA

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da Efe

A Rússia e os Estados Unidos asseguraram nesta quarta-feira que não esperarão a chegada à Casa Branca da nova administração americana para resolver os problemas que enfrentam, em particular em matéria de segurança e solução de conflitos.

"A principal mensagem para ambas as partes é que os contatos devem continuar para que não haja atrasos devido à mudança de administração" nos Estados Unidos, explicou Yuri Ushakov, chefe adjunto do gabinete do governo russo, citado pelas agências locais.

Ushakov, ex-embaixador russo em Washington, fez as declarações depois de se reunir com o subsecretário de Estado americano para Assuntos Políticos, William Burns, que chegou hoje a Moscou em uma breve visita. Burns, embaixador americano em Moscou até maio, é o primeiro funcionário dos EUA de alta categoria que visita este país desde o começo do conflito na Geórgia, em agosto.

Os dois diplomatas coincidiram na necessidade de que os dois países se atenham ao marco estratégico forjado em abril passado no balneário russo de Sochi pelo atual primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente americano, George W. Bush. "Não deve haver pausa e é necessário prosseguir os contatos bilaterais", destacou.

Sobre isso, a embaixada americana em Moscou anunciou hoje que em dezembro será realizada a segunda rodada bilateral em matéria de defesa antimísseis. No entanto, as perspectivas não são positivas, já que o Kremlin rejeitou hoje as últimas propostas dos Estados Unidos sobre cooperação no âmbito da defesa antimísseis.

"A Rússia está disposta a cooperar com os EUA na segurança da Europa, mas considera insuficientes as propostas apresentadas. Desta maneira, a administração Bush quer pôr em uma situação sem saída o presidente eleito, Barack Obama", ressaltou a fonte.

"As propostas são insuficientes, não há nada novo. A atual administração quer a qualquer preço [...] evitar todo debate", acrescentou.

Comentários dos leitores
Valentin Makovski (304) 24/11/2009 17h15
Valentin Makovski (304) 24/11/2009 17h15
So existe 2 cominhos aos EUA no afeganistão & iraque. Ou enviam mais do dobro de tropas e realmente ocupam os 2 países, e acabam de uma vez com a instabilidade, ou retiram todas suas tropas e deixam a deus dará.
Esta ocupação foi um ato irresponsável da Familia Busch, Pai & Filho, que somente sabem fazer guerra e alimentar o sentimento anti americano no mundo.
Obama, faça um favor a todos nós, tira a carapuça e adimita que mais uma vez vcs perderam a Guerra, e jogaram mais de U$ 1,300 Trilhão na lata do lixo.
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eduardo de souza (484) 24/11/2009 16h24
eduardo de souza (484) 24/11/2009 16h24
Obama... Obama, tá ficando dificel manter as aprarências. Você é "soldadinho de chumbo" dos donos dos Eua.
Sua decisão será aquela que ter mandarem falar.
Bom, pelo menos ganha bem e tem status, rs.
Prá quem gosta é parato cheio.
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Gedeão Barros (88) 22/11/2009 22h56
Gedeão Barros (88) 22/11/2009 22h56
PARTE 2
Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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