Mundo
17/11/2008 - 08h59

Presidente sul-coreano apóia diálogo dos EUA com Coréia do Norte

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da Associated Press, em Seul

O presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, apoiou, neste domingo, os planos do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, de se encontrar com o líder norte-coreano, Kim Jong-il. O objetivo do próximo presidente dos EUA é convencer o país comunista a suspender o programa nuclear.

"Considero oportuno que Obama se reúna com o Jong-il, se isso for ajudar nas negociações para suspensão do programa nuclear", afirmou Lee em Washington, onde participou da cúpula do G20 para discutir a crise financeira.

Em uma entrevista a jornalistas sul-coreanos, Lee negou que a intenção dos EUA em dialogar diretamente com Pyongyang possa abalar as relações com a Coréia do Sul. "Não há problema porque Seul e Washington mantêm uma relação perfeita", afirmou Lee.

Durante a campanha eleitoral, Obama se mostrou disposto a dialogar com Jong-il e criticou o governo de George W. Bush por se recusar a negociar com o país comunista.

A relação entre as coréias estão paralisadas desde que Lee foi eleito, em fevereiro, com uma postura dura em relação a Pyongyang. O governo sul-coreano condicionou a retomada dos diálogos ao fim do programa nuclear desenvolvido pelo vizinho do norte.

Comentários dos leitores
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
Presidente Obama nos dá uma lição de como um Estadista deve tratar o desenvolvimento de uma nação: com justiça social. Sem acesso à saúde garantido pelo Estado não se pode marchar rumo à consolidação de uma nação de forma sustentável. Com esta atitude o Predidente Obama abre mão de uma boa parte de sua popularidade, considerando que ele intefere num mercado (o da prestação de serviços de saúde) extremamente fisiológico, influente economicamente e com grande poder político. Os resultados virão, não tão rápido, mas as gerações porvindouras terão o que comemorar... sem opinião
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J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
As mortes causadas pelas campanhas dos USA pelo mundo dá para encher milhares de torres gêmeas e wordtradecenters. Na guerra nuclear não haverá vencedores, nem mesmo o poderoso USA sobrará, é a eutanásia da humanidade doente! sem opinião
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Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. 5 opiniões
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