Senador Kennedy volta ao trabalho depois de tratamento de câncer
colaboração para a Folha Online
O senador democrata Edward Kennedy, 76, que estava em tratamento contra um câncer no cérebro voltou ao trabalho nesta segunda-feira, depois de seis meses afastado do Congresso. A informação é do jornal diário "Washington Post".
| Stephan Savoia-21.mai.08/AP |
![]() |
| Durante convenção democrata, Kennedy recebeu tributo e reiterou apoio a Obama |
"É bom estar de volta ao Senado", afirmou Kennedy durante um discurso em seu gabinete. "Eu estou particularmente ansioso de ver a minha equipe novamente e poder ajudar à todos a sair dessa crise econômica que nós estamos".
Desde que teve o tumor diagnosticado, no mês de maio, Kennedy tem seguido o tratamento a base de quimioterapia e radioterapia. Em julho, Kennedy voltou rapidamente ao Congresso a tempo de uma votação-chave para os democratas, que tentavam impedir que os republicanos vetassem um projeto de lei de ajuda aos idosos.
Sobre a participação nas votações durante o período de transição, Kennedy afirmou que continuará "lutando" por uma reforma no setor até a posse de Obama. "Temos visto progressos reais nas nossas discussões sobre uma abordagem consensual, e estou otimista que nós vamos ter sucesso".
O senador agradeceu pelas orações e também pela a torcida na melhora do seu estado de saúde. "Tinha certeza que a nossas orações foram ouvidas na eleição do nosso 44º presidente, Barack Obama."
Leia mais
- Congressistas dizem que Obama os convenceu a votar no plano de resgate
- Iraque e EUA assinam pacto de permanência das tropas
- Feministas defendem Hillary e pedem paridade no governo Obama
- Obama se reúne com McCain para discutir cooperação
- Acostumado a gerenciar escândalos, assessor de Obama comanda transição
Especial
- Leia cobertura completa sobre Obama presidente
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria

!["[Durante convenção democrata, Kennedy recebeu tributo e reiterou apoio a Obama]":http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u437800.shtml](http://f.i.uol.com.br/folha/homepage/images/0814290.jpg)


O Sr. está correto quando diz "voltando ao Irã, seu erro foi afirmar que lá elas são obrigadas a usar burca. Elas não são obrigadas, normalmente usam apenas um lenço sobre a cabeça e não por obrigação de lei governamental nenhuma, mas sim por costume". Além disso, me permita discursar sobre o erro grave e inconstitucional que ele cometeu em seu comentário marcio B. (73) 10/12/2009 12h34. Com o título "Mulheres do Brasil", ele se dirigiu a todas as mulheres brasileiras e terminou dizendo o seguinte "repetir mecanicamente o que outras pessoas falam". Tendo em vista que o termo "mecânico" se refere àquilo que depende do trabalho de mãos ou máquinas, ou seja, que age por impulso maquinal, ao empregar a expressão "repetir mecanicamente", ele subtraiu das mulheres brasileiras toda e qualquer faculdade de raciocinar, de conhecer, de pensar, de conceber, de comparar idéias, ou seja, de inteligência. Tal fato, além de mostrar certo tipo de índole, incorre em certo tipo de ideologia que transgride o que reza a Constituição do Brasil. Como cidadãos brasileiros que somos, homens e mulheres, em nome da cidadania, e em cumprimento da Lei Maior que rege nosso país, temos a obrigação de coibir esse tipo de coisa.
Um abraço e tenha um excelente dia.
avalie fechar
marcio B. tomei a liberdade de pegar emprestado uma parte do seu comentário no dia 10/12/2009 ("...recomendo uma pesquisa de menos de 1 hora na história da formação dos Estados Islâmicos, para entenderem qual é o papel da mulher na sociedade islâmica, e julguem, colocando-se na pele de um mulher iraniana obrigada a usar a burca!!! Outra coisa, quando a Russia invadiu o afeganistão, destruiu tudo , cortou as arvores, matou os homens de bem, e o abandonou o país... Com a ausência da Russia surgiu o Taliban."), para ilustrar o meu pensamento sobre todas essas discussões de qual é o governo do eixo do "bem"e do "mal". Então vamos começar pelas correções do trecho do seu comentário.
1. realmente as mulheres do "mundo islâmico" tem muito a conquistar em relação a direitos e liberdade. isso é fruto da grande fé que esse povo tem, pois a maioria segue os ensinamentos do seu livro sagrado ao pé da letra, e nele a pouco "espaço" para as mulheres. Se os "ocidentais" também seguissem ao pé da letra os ensinamentos da Bíblia, aqui não seria diferente e na verdade ainda não deixou de ser diferente por completo (portanto ou é falta de fé nossa ou a Biblia e o livro sagrados deles estao errados). Mas voltando ao Irã, seu erro foi afirmar que lá elas são obrigadas a usar burca. Elas não são obrigadas, normalmente usam apenas um lenço sobre a cabeça e não por obrigação de lei governamental nenhuma, mas sim por costume.
avalie fechar
2. Sobre seu comentário da guerra da Russia contra o Afeganistão, recomendo que veja o filme "Jogos do Poder" original "Charlie Wilson's War" de 2007, ele explica bem melhor o surgimento do Taleban. O Taleban surgiu depois que os EUA atraves da CIA treinou e armou os Mujahideen (que depois formaram o Taleban) para enfrentar os Russos, enchendo o Afeganistão de armas. E quando os russos foram embora nem a Russia nem os EUA ou qualquer outro os ajudou a recontruir seu pais devastado. Um pais com maioria jovem sem educação, saude ou qualquer infra estrutura e com montes de armas, só podia dar no que deu. E tudo isso pela guerra fria, o eixo do "bem" (captalistas) contra o eixo do "mal" (comunistas). E nesse ponto voçê vai entender a minha opinião. Não existe eixo do "bem" ou eixo do "mal", o que existe são pessoas poderosas que apenas defendem seus interesses e usam ideologias politicas, economicas, religiosas e nacionalistas para conseguir o que querem.
Só uma observação: O EUA é o pais dos sonhos, dos direitos, da liberdade, da fartura, só porque eles foram mais inteligentes e rapidos para perceber que se exportassem a sua pobreza para outros paises ficava mais facil controlar o seu povo e assim ter mais poder. Então se o Brasil quer ser que nem o EUA, temos que começar a pensar pra onde vamos exportar nossa pobreza, isso se sua consciencia nao se importar.
avalie fechar