Mundo
17/11/2008 - 22h33

Equipe de Obama investiga finanças da Fundação Bill Clinton

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da Efe, em Washington

A equipe do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, investiga as finanças da fundação do ex-presidente Bill Clinton (1993-2001) para detectar possíveis conflitos de interesses para o caso de a esposa do ex-líder, Hillary, ser nomeada secretária de Estado, informou hoje a rede de televisão CNN.

Segundo a emissora, a equipe de Obama procura qualquer informação negativa com o potencial de ameaçar as perspectivas de Hillary se transformar em chefe da diplomacia americana.

De acordo com a CNN, Obama perguntou a Hillary na semana passada se estaria interessada em ser sua secretária de Estado.

As relações da ex-primeira-dama com diferentes líderes internacionais poderiam permitir que a senadora democrata por Nova York fosse bem recebida imediatamente ao redor do planeta.

No entanto, a CNN explicou que os interesses da Fundação Bill Clinton, que trabalha em diferentes temas de desenvolvimento no mundo todo, como a luta contra a aids, poderiam se transformar em uma dor de cabeça para a Presidência de Obama se Hillary for secretária de Estado.

Doadores

Um dos potenciais assuntos problemáticos é a lista de doadores da Fundação Bill Clinton, que pode mostrar conexões com figuras internacionais a favor de políticas que poderiam estar em conflito com as da nova Administração Obama.

Desde que deixou a Casa Branca, há oito anos, Clinton arrecadou mais de US$ 500 milhões para sua fundação.

A revista "Politico" informou também hoje que a equipe de Obama investiga as finanças do ex-presidente e que se sente frustrada com a resposta obtida até o momento.

Os colaboradores do presidente eleito negaram a informação da "Politico", mas confirmaram que investigam a fundação do ex-líder para detectar potenciais conflitos de interesses.

Comentários dos leitores
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
Presidente Obama nos dá uma lição de como um Estadista deve tratar o desenvolvimento de uma nação: com justiça social. Sem acesso à saúde garantido pelo Estado não se pode marchar rumo à consolidação de uma nação de forma sustentável. Com esta atitude o Predidente Obama abre mão de uma boa parte de sua popularidade, considerando que ele intefere num mercado (o da prestação de serviços de saúde) extremamente fisiológico, influente economicamente e com grande poder político. Os resultados virão, não tão rápido, mas as gerações porvindouras terão o que comemorar... sem opinião
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J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
As mortes causadas pelas campanhas dos USA pelo mundo dá para encher milhares de torres gêmeas e wordtradecenters. Na guerra nuclear não haverá vencedores, nem mesmo o poderoso USA sobrará, é a eutanásia da humanidade doente! sem opinião
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Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. 5 opiniões
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