Assessor de Obama defende incentivo à economia por até três anos
da Associated Press, em Washington
Dois dos mais importantes assessores econômicos do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, disseram nesta segunda-feira que o país precisa de um "pacote substancial" de estímulo para combater a recessão econômica, cujos incentivos podem se estender por até três anos.
O ex-secretário de Tesouro, Larry Summers, um dos mais cotados para reassumir o cargo na gestão Obama, afirmou que a profundidade da crise econômica demanda um programa de aceleração substancial da economia a longo prazo.
Robert Rubin, também ex-secretário do Tesouro no governo Bill Clinton, concordou que o pacote a ser implantado no próximo ano terá ampla abrangência. Ele afirmou que, com as medidas a serem colocadas em prática, existe uma grande probabilidade de a crise econômica seja revertida em um período "razoável" de tempo, apesar de ter se recusado a fazer previsões mais detalhadas.
Summers e Rubin participaram ontem de conferência sobre negócios, promovida pelo jornal "The Wall Street Journal", junto ao atual secretário de Tesouro, Henry Paulson . Summers opinou sobre os custos do programa para combater a crise econômica, mas mencionou economistas do banco Goldman Sachs, que previram gastos entre US$ 500 bilhões e US$ 700 bilhões, muito maior do que o cogitado por democratas no Congresso.
Summers afirmou que os esforços devem evitar que o país entre em um ciclo vicioso de retração, que alimenta a fraqueza da economia. Para o ex-secretário do Tesouro, os gastos do governo para evitar esse espiral serão menos custosos para o orçamento do que não dar o estímulo necessário à economia.
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Já o atual secretário do Tesouro, Henry Paulson, mencionou uma medida que será tomada com os US$ 700 bilhões liberados pelo Congresso para combater a crise, em outubro. Segundo Paulson, "uma relativa" quantidade de dinheiro deverá ser usada para descongelar o mercado de crédito para consumidores.
Paulson e seus dois antecessores democratas, Summers e Rubin, mostraram ter muito em comum em seus pontos de vista. No entanto, no que se refere ao plano de Barack Obama para aumento de impostos, Paulson disse que é uma conduta errada.
Durante a campanha, o Obama defendeu um plano para cortar impostos para a classe média, mas aumentaria as taxas para famílias com renda superior a US$ 250 mil por ano. "Não acredito que aumentar taxas ajude a melhor a situação", afirmou Paulson.
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Acho que um conflito mundial é o mais provável de acontecer, infelizmente... O melhor seria nos prepararmos para o pior.
A maioria das grandes potências são "grandes" somente no armamento e pequenas na humanidade. Não sei como realmente, separado das emoções, você observa o andamento das ações e medidas, financiadas por essas "potências". E olha que tem mais na panela... É por isso que outros países cansados da exploração e da ameaça, estão se preparando para enfrentarem inimigos. Inimigos das coisas boas que a vida pode trazer, inimigos das amizades, das trocas de cultura e ciência, da BOA VONTADE. Inimigos travestidos de "salvadores", que por dentro tem por único objetivo a destruição. Seres que por um capricho da natureza, odeia a NATUREZA e as pessoas que não são iguais a eles. Essa é a única explicação que cabe para esses Srs. das Guerras, que por trás de uma mesa, comandam covardemente pessoas para a morte.
"Vejam que uniforme lindo fizemos prá vocês... O senhor das guerras não gosta de crianças..." (Música de um autor brasileiro.)
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