Presidente da Geórgia diz ter recebido apoio de Obama
da Folha Online
O presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, conversou nesta segunda-feira (17) com o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, por telefone. Conforme Saakashvili, Obama disse que, sob sua tutela, o país irá apoiar as reformas na Geórgia e que dá apoio "incondicional à integridade territorial".
Saakashvili conversou também com o vice-presidente eleito dos EUA, Joseph Biden, sobre o conflito com a Rússia e com os separatistas.
Em agosto passado, a Geórgia passou seis dias em confronto contra a Rússia, que invadiu o país sob o argumento de proteger a região separatista pró-Moscou da Ossétia do Sul. Com o fim dos ataques, a Rússia decidiu reconhecer a soberania da Ossétia do Sul e de outra região separatista georgiana, a Abkházia.
Saakashvili enfrenta uma forte pressão política na Geórgia, porque a oposição reivindica a convocação de eleições gerais. Saakashvili chegou ao poder em 2003, durante a chamada Revolução das Rosas, com apoio do Ocidente. No final do ano passado, depois de conflito entre opositores e policiais, Saakashvili decretou estado de exceção do país e só o retirou em janeiro passado, quando realizou eleições que, para a oposição, foram fraudulentas.
Nesta terça-feira, em entrevista à agência Efe, o vice-primeiro-ministro da Geórgia, Giorgi Baramidze, afirmou que a comunidade internacional não está atenta à área e que, por isso, acredita ser "muito provável" que a Rússia volte a atacar o país para cumprir seu intuito de trocar todo o governo. "Somos realistas e sabemos o potencial da Rússia."
Nesta segunda-feira, Obama conversou ainda com os líderes das Filipinas, Gloria Macapagal Arroyo, e da Turquia, Abdullah Gül.
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Especial


Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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