Mundo
19/11/2008 - 08h14

Michelle Obama leva filhas para conhecer Casa Branca

Publicidade

da Efe, em Washington

Malia e Sasha, as duas filhas do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, visitaram na terça-feira os seus quartos na Casa Branca, assim como algumas possíveis escolas em Washington. Katie McCormick Lelyveld, porta-voz da futura primeira-dama, Michelle Obama, explicou que a mãe e a avó das meninas, Marian Robinson, as acompanharam.

A visita, realizada a convite da atual primeira-dama, Laura Bush, teve caráter estritamente privado. Jornalistas e fotógrafos não estiveram presentes, detalhou a porta-voz.

Jason Reed-09.nov.08/Reuters
Filhas do presidente eleito dos EUA, Barack Obama, Sasha e Malia conhecem a Casa Branca e visitam escolas em Washington
Filhas do presidente eleito dos EUA, Barack Obama, Sasha e Malia conhecem a Casa Branca e visitam escolas em Washington

"A primeira-dama convidou amavelmente a senhora Obama, a mãe e as meninas para visitar o que será seu novo lar. Naturalmente, a senhora Obama agradeceu enormemente este convite para dar uma oportunidade para que as meninas se sintam em casa e confortáveis neste processo de transição", acrescentou McCormick Lelyveld.

Antes, Michelle Obama e suas filhas visitaram escolas onde poderão estudar após a mudança para a Casa Branca, em 20 de janeiro. A porta-voz não identificou os colégios visitados e se limitou a indicar que Michelle Obama "levou as meninas para ver opções e escolherem a mais apropriada".

Sem as meninas, Michelle Obama visitou, na semana passada, dois seletos centros educacionais de Washington: Sidwell Friends, onde Chelsea Clinton, a filha do ex-presidente Bill Clinton, estudou, e a Georgetown Day School.

Comentários dos leitores
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
Presidente Obama nos dá uma lição de como um Estadista deve tratar o desenvolvimento de uma nação: com justiça social. Sem acesso à saúde garantido pelo Estado não se pode marchar rumo à consolidação de uma nação de forma sustentável. Com esta atitude o Predidente Obama abre mão de uma boa parte de sua popularidade, considerando que ele intefere num mercado (o da prestação de serviços de saúde) extremamente fisiológico, influente economicamente e com grande poder político. Os resultados virão, não tão rápido, mas as gerações porvindouras terão o que comemorar... sem opinião
avalie fechar
J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
As mortes causadas pelas campanhas dos USA pelo mundo dá para encher milhares de torres gêmeas e wordtradecenters. Na guerra nuclear não haverá vencedores, nem mesmo o poderoso USA sobrará, é a eutanásia da humanidade doente! sem opinião
avalie fechar
Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. 5 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (1522)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca