Chefe-de-gabinete de Obama promete US$ 600 mil a comitê democrata
da Folha Online
Rahm Emanuel, chefe-de-gabinete do presidente eleito Barack Obama, prometeu US$ 600 mil ao Comitê da Campanha Democrata para o Congresso. O dinheiro viria na maior parte, US$ 500 mil, do comitê da campanha de Obama. Os outros US$ 100 mil seriam uma doação do comitê de campanha do próprio Emanuel.
Emanuel fez seu discurso de despedida da Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados) nesta terça-feira, informa o jornal "Washington Post", durante um encontro organizacional dos deputados democratas para eleger a equipe de liderança na câmara, incluindo um substituto para o posto de Emanuel como chefe do caucus democrata.
| J. Scott Applewhite/AP |
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| Rahm Emanuel prometeu US$ 600 mil ao Comitê da Campanha Democrata para o Congresso |
O chefe-de-gabinete de Obama fez parte da diretoria do Comitê de Campanha Democrata para o Congresso, em 2005 e 2006, e foi um dos principais nomes na conquista da maioria democrata na Câmara.
E se os US$ 600 mil chegam tarde para a maioria dos cargos na Câmara, já definidos pelas eleições gerais de 4 de novembro, o dinheiro pode ser útil, afirma o "Post", para a votação de desempate em dezembro pela cadeira do republicano James McCrery, que está se aposentando.
O presente da campanha de Obama é conhecido legalmente como transferência de excesso de dinheiro e, afirma o jornal, é o primeiro sinal do que deve ser uma grande quantia de sobras de dinheiro de campanha do democrata que ficou conhecido como "máquina de arrecadação" e que quebrou todos os recordes.
Segundo um democrata que estava presente no discurso, citado pelo "Post", Emanuel disse ter sido uma escolha difícil deixar a Casa dos Representantes. Ele previu, contudo, que se a administração Obama e o COngresso trabalharem juntos, o partido pode ganhar ainda mais cadeiras nas eleições intermediárias de 2010.
"Eu quero que vocês saibam, eu apoio vocês. Eu me sinto melhor sabendo que vocês também me apóiam", disse Emanuel.
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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