Seja qual for a agenda, Obama começa o dia na academia
da Associated Press, em Chicago
Seja em uma viagem de campanha à Europa, seja em meio a longas reuniões sobre a equipe de transição, o presidente eleito Barack Obama não abre mão de começar o dia com sua rotina de exercícios e uma ida à academia mais próxima.
"A maioria dos meus exercícios precisam ser feitos antes do dia começar", revelou Obama, 47, à revista "Men's Health", na edição de novembro.
| Pablo Martinez Monsivais-15nov.08/AP |
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| Presidente eleito Barack Obama sai da academia, após seus exercícios |
"Sempre há um equilíbrio entre dormir e me exercitar. Eu normalmente passo 45 minutos [na academia], seis dias por semana. Se eu malho em um dia, faço exercícios cardiovasculares no outro", contou o presidente eleito, acrescentando que sua preferência é por sessões de 90 minutos.
Com uma força de vontade de dar inveja a maioria dos americanos, Obama e sua mulher, Michelle, são freqüentadores assíduos da academia e exemplos de boa forma no país da obesidade. Michelle costumava juntar-se a uma amiga para sessões de malhação que começavam às 4h30 da manhã. "Uma das coisas que eu sempre falo é sobre fazer exercícios", revelou a futura primeira-dama, em um dos eventos de campanha, em Chicago.
Durante os 20 meses da campanha presidencial, na qual saiu de um rosto relativamente desconhecido no Senado para ser o primeiro presidente negro dos Estados unidos, Obama sempre priorizou os exercícios físicos.
Mesmo nos períodos de agenda repleta de viagens e discursos, Obama sempre ia à academia, acompanhado por um pequeno grupo de agentes do Serviço Secreto e repórteres.
Até mesmo na sua única viagem internacional na campanha, Obama não perdeu a chance de manter a forma. Na Alemanha, onde Obama fez um discurso para cerca de 200 mil berlinenses extasiados, um jornal aproveitou seu vício em exercícios para conseguir uma história exclusiva com o então candidato presidencial americano.
Uma repórter fingiu fazer exercícios e aproveitou para tirar uma foto com o democrata e escrever uma reportagem sobre quão bonito e em forma o presidente eleito é.
Basquete
Obama já revelou que seu esporte favorito é o basquete e o jogo acabou se tornando um ritual de campanha. Nos dias importantes, como as primárias democratas e seu discurso de aceitação da nomeação, ele brincava de arremessos com os amigos.
"Ele é muito bom, ele sabe como jogar, ele entende o jogo e está em ótima forma", disse o secretário de Tesouro de Illinois, Alexi Giannoulias, amigo de quadra de Obama.
E a rotina deve continuar quando a família se mudar para a Casa Branca, que tem uma academia de ginástica particular. Lá, ele poderá praticar seus arremessos na quadra particular nos jardins da mansão, embora ele já tenha brincado sobre substituir a pista de boliche interna por uma cesta de basquete.
A boa forma é uma tradição entre os moradores do número 1.600 da avenida Pensilvânia, em Washington. O atual presidente, George W. Bush, que brincou recentemente sobre seus cabelos brancos, é um ávido ciclista. O democrata Bill Clinton gostava de correr pelos jardins da mansão presidencial e o republicano George H.W. Bush gostava de jogar golfe e tênis.
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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