Mundo
19/11/2008 - 18h34

Vitória no Alasca aumenta maioria democrata no Senado dos EUA

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da Efe, em Washington

A vitória de Mark Begich no Alasca ampliou para 58 a maioria dos democratas no Senado dos Estados Unidos e os aproximou dos 60 votos necessários para dar maior liberdade de ação ao presidente eleito Barack Obama.

A apuração dos votos emitidos na eleição de 4 de novembro confirmou para Begich, o prefeito de Anchorage, uma vantagem de mais de 3.700 votos em relação ao republicano Ted Stevens.

Stevens, 85, foi o republicano com mais tempo de mandato no Senado americano, e terminou sua carreira depois que um júri federal o condenou, em outubro, por violações de ética.

Os democratas, que ampliaram nas eleições passadas sua maioria em ambas as Câmaras do Congresso, não tiveram uma maioria qualificada de 60 votos no Senado desde 1978.

Essa maioria permite anular as manobras parlamentares que atrasem a discussão e aprovação de projetos de lei ("filibuster"), e sua obtenção daria a Obama, que assume o cargo em 20 de janeiro, a possibilidade de aprovação rápida de suas iniciativas no Congresso.

A derrota nas urnas poupou aos colegas republicanos de Stevens o penoso trâmite de expulsá-lo do Senado.

Além disso, o revés eleitoral pôs fim a uma era durante a qual Stevens foi uma figura proeminente na política do Alasca, ao mesmo tempo em que dominava alguns das comissões mais importantes do Senado.

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
sem opinião
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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