Bill Clinton aceita condições para escolha de Hillary como secretária de Estado
da Folha Online
O ex-presidente Bill Clinton concordou com todas as condições impostas pela equipe de transição do presidente eleito Barack Obama para acabar com possíveis polêmicas e conflitos de interesse em potencial para que sua mulher, Hillary Clinton, assuma como secretária de Estado do novo governo.
Segundo fontes próximas a Clinton, citadas pelo jornal "The New York Times", Clinton aceitou várias restrições em seus negócios e nas suas atividades filantrópicas com a Fundação Clinton para acabar com qualquer obstáculo para a nomeação de sua mulher para o principal cargo da diplomacia americana. "Eu farei tudo que eles quiserem", disse Clinton, em uma aparição pública nesta quarta-feira.
| Ed Oudenaarden/Efe |
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| Bill Clinton aceitou condições para facilitar escolha de sua mulher pela equipe de Obama |
O histórico dos negócios de Clinton é um dos maiores empecilhos para a escolha da senadora para o cargo. Segundo a mídia americana, a minoria republicana no Congresso está disposto a lembrar aos cidadãos sobre a lista de doadores da Fundação Clinton, que o ex-presidente nunca quis revelar, mas que conta com vários nomes estrangeiros, principalmente dos países ricos em petróleo do Golfo.
O questionamento é se os laços financeiros do ex-presidente não representariam um conflito de interesses diante da escolha de sua mulher para um dos cargos mais importantes da diplomacia americana.
Os republicanos querem também detalhes completos das transações financeiras que enriqueceram o casal depois da Casa Branca e que alavancaram a Fundação Clinton como uma das maiores organizações filantrópicas do mundo.
Segundo o site especializado Politico, com a concessão de Clinton, a equipe de Obama se prepara para anunciar a escolha de Hillary na próxima semana.
"Haverá coisas que ele fez no passado e não fará mais agora", disse um amigo de Clinton, ao site. "Ele está aberto a acertar um acordo no qual todos fiquem felizes. Não acho que será muito difícil", completou.
| Stephen Chernin-19nov.08/AP |
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| Hillary Clinton chega em Nova York para evento de gala |
Já segundo fonte envolvida no processo, o casal Clinton está disposto a abrir seus registros e informações para a equipe de Obama, mas não para o público. "Há uma grande diferença entre deixar os avaliadores olharem e pôr tudo online para o resto do mundo", disse.
Para acelerar o processo, a própria senadora Hillary Clinton selecionou uma equipe de advogados para ajudar a equipe de Obama a avaliar a viabilidade de sua candidatura para o cargo.
Amigos da ex-primeira-dama afirmaram que ela também está pesando a possibilidade de aceitar o cargo, caso seja convidada.
Os advogados Cheryl Mills, David Kendall e Robert Barnett estão trabalhando com a equipe de transição de Obama para revisar informações sobre o passado político e finanças de Clinton, incluindo os negócios feitos após Clinton ter deixado a Casa Branca. Bruce Lindsey, antiga conselheira do ex-presidente, que agora dirige a fundação sem fins lucrativos de Bill Clinton, está à frente do processo de revisão.
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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