Chuvas deixam ao menos nove mortos na Venezuela
da Efe, em Caracas
Pelo menos nove pessoas morreram e centenas foram prejudicadas na Venezuela por causa das persistentes chuvas que, nas últimas horas, caíram em quase todo o país, informou nesta sexta-feira o ministro do Interior, Tarek el Aissami.
O funcionário explicou que, em Caracas, pelo menos quatro pessoas morreram, entre elas duas crianças e uma mulher. Outra pessoa está desaparecida em um bairro popular do município de Baruta, um dos cinco que integram a capital.
| Folha Online |
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O ministro, citado pela estatal Agencia Bolivariana de Noticias (ABN), disse que no Estado central de Aragua um jovem de 15 anos morreu arrastado pelas águas.
Além disso, uma jovem grávida e seu irmão, um bebê de sete meses, morreram em um deslizamento de terra em um setor da rural da Sierra de Perijá, no Estado de Zulia, oeste.
Aissami afirmou que ao menos cem casas foram afetadas pela queda de um muro no bairro Santa Cruz do município de Baruta, um dos setores da capital mais afetados pelas chuvas que na quinta-feira à noite afetaram Caracas.
Meios de imprensa noticiaram que no Estado ocidental andino de Trujillo, onde chove desde terça-feira, os serviços de emergência reportaram a queda de duas pontes e pelo menos 300 famílias prejudicadas.
As previsões meteorológicas anunciam que as chuvas continuarão até o fim de semana, quando acontecem no país eleições regionais e municipais.
As chuvas, que se caracterizaram mais por sua persistência que por sua intensidade, provocaram caos no trânsito de Caracas, onde muitas ruas ficaram com trânsito impedido até o começo da madrugada de hoje.
Estes incidentes se repetem, com maior ou menor intensidade, todos os anos durante a temporada de chuvas, que vai de maio a novembro.


