Conheça os integrantes da equipe econômica de Barack Obama
da Folha Online
O presidente eleito, Barack Obama, anunciou nesta terça-feira mais nomes ligados à equipe econômica de seu futuro governo. Nesta segunda-feira (24), o democrata anunciou que terá Timothy Geithner como o secretário do Tesouro e Lawrence H. Summers na direção nacional do Conselho Econômico. Nesta terça-feira, ele anunciou que colocará Peter Orszag à frente do Escritório de Gestão e Orçamento.
Saiba mais sobre a equipe econômica de Obama:
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Timothy F. Geithner, secretário do Tesouro
Trabalha como presidente e CEO do Federal Reserve Bank (o Banco Central dos EUA) de Nova York, onde tem papel-chave na formulação da política monetária do país. Uniu-se ao Departamento do Tesouro em 1988 e trabalhou com três presidentes diferentes. Entre 1999 e 2001, foi subsecretário do Tesouro para relações internacionais. Em seguida, assumiu por dois anos a diretoria do Departamento de Desenvolvimento e Revisão de Políticas do FMI (Fundo Monetário Internacional). Geithner estudou na Universidade Dartmouth e na Escola de Estudos Internacionais Avançados Johns Hopkins.
| Virginia Mayo/AP |
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Lawrence H. Summers, diretor nacional do Conselho Econômico
É atualmente professor da Universidade Harvard. Foi o 71º secretário do Tesouro entre 1999 e 2000, na gestão do último presidente democrata, Bill Clinton (1993-2001). Antes de ocupar o cargo, trabalhou na Secretaria do Tesouro e no Banco Mundial. Leciona economia em Harvard e no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Teve importante papel durante a campanha presidencial de Obama.
| Pablo Martinez Monsivais/AP |
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Peter Orszag, diretor do Escritório de Gestão e Orçamento
É atualmente diretor do Escritório de Orçamento do Congresso e supervisiona o trabalho da agência em fornecer análises objetivas, apartidárias e atemporais de questões econômicas e orçamentárias. Seus resultados são apresentados perante o Congresso. Sob seu comando, o escritório ficou focado em áreas como saúde e clima. Na gestão Clinton, foi assessor especial da Presidência para políticas econômicas e como economista e, mais tarde, como conselheiro sênior do Conselho Presidencial Econômico. Foi vice-diretor no Instituto Brookings, por meio do qual publicou estudos e livros. Formou-se em economia na Universidade Princeton e obteve PhD na Escola de Economia de Londres.
| Pablo Martinez Monsivais/AP |
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Rob Nabors, vice-diretor do Escritório de Gestão e Orçamento
Trabalha atualmente como 13º oficial de registros e diretor do Comitê de Apropriações (que controla projetos de lei de gastos públicos) da Casa dos Representantes (equivale à Câmara dos Deputados), onde está desde 2001. Responsável por contratar e dirigir a maior equipe do comitê e por indicar estratégias legislativas às lideranças da Casa. Trabalhou no Escritório de Gestão e Orçamento. Formou-se na Universidade de Notre Dame e concluiu mestrado em ciência política na Universidade da Carolina do Norte.
| Charles Dharapak/AP |
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Melody C. Barnes, diretora do Conselho de Política Doméstica
É uma das diretoras da Agency Review Working Group, responsável pela transição do governo do presidente eleito. Trabalhou como vice-presidente executiva do Centro para o Progresso Americano. Também foi conselheira-chefe do senador Edward Kennedy no Comitê Jurídico do Senado, entre dezembro de 1995 e março de 2003.
| Pablo Martinez Monsivais/AP |
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Christina D. Romer, diretora do Conselho de Consultores Econômicos
É professora de economia da Universidade da Califórnia, em Berkeley, onde é pesquisadora e professora desde 1988. Antes de entrar na faculdade, foi professora-assistente de economia da Universidade Princeton e de assuntos públicos da Escola Woodrow Wilson de Assuntos Públicos e Internacionais. É co-diretora do programa de economia monetária no National Bureau of Economic Research e tem trabalhado como consultora no conselho de governadores do Federal Reserve System (Sistema da Reserva Federal).
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Especial








Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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