Obama defende reforma no orçamento para tirar EUA da crise
colaboração para a Folha Online
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu nesta terça-feira uma reforma no orçamento e diz que poderá gastar mais que o necessário para tirar o país da crise financeira. A declaração foi feita durante o anúncio do novo diretor do Escritório de Gestão e Orçamento, Peter Orszag.
| Charles Dharapak/AP |
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| Barack Obama anuncia Peter Orszag (esq.) e Robert Nadors (dir.) para Orçamento |
"Se vamos fazer os investimentos que precisamos, nós também temos que estar dispostos a derramar os gastos que nós não precisamos", afirmou Obama que disse ainda que " neste tempos desafiadores, quando estamos perante desafios crescentes de déficits, reforma orçamental não é uma opção, é uma necessidade".
Orszag trabalhou com o ex-presidente Bill Clinton como assistente especial do presidente, no Conselho Nacional Econômico, e é um especialista em cuidados na área da saúde. Na coletiva, Obama anunciou ainda o vice-diretor do Escritório de Gestão e Orçamento. Robert Nabors, 13º oficial de registros e diretor de equipe do Comitê de Apropriações da Câmara dos Deputados, trabalhará diretamente com Orszag na orientação das prioridades e cortes do orçamento do governo Obama.
O Escritório de Gestão e Orçamento presta assistência ao presidente no desenvolvimento e execução de políticas e programas. O escritório tem voz ativa no desenvolvimento e na resolução de questões orçamentárias, legislativas, regulatórias e de gestão em nome do presidente.
O presidente defendeu os investimentos na área da saúde e disse que o setor será uma das prioridades da gestão. "Como defendemos na campanha, vamos trabalhar juntos com os governo estaduais e também locais para garantir que as verbas sejam bem aplicadas", disse.
Obama disse que trabalhará próximo aos republicanos no governo para melhorar, em especial, a qualidade de vida da classe média dos americanos. "Vamos trabalhar juntos para ter certeza de que não estamos aplicando o dinheiro em áreas que não sejam necessárias. Não vamos fazer um governo fechado em Washington, mas com a participação de todos".
O presidente defendeu as mudanças no orçamento para a criação de programas que promovam a criação de empregos e que promova a melhora da economia. No setor da saúde, Obama insistiu na ação integradas dos governos estadual e regional para a formulação de programas que estejam de acordo com a necessidade da população.
A exemplo de outras declarações, o democrata lembrou a votação expressiva para ressaltar a necessidade dos americanos com as medidas urgentes. "A maioria do povo votou para uma mudança na direção. Eles não querem saber de ideologia, eles queremos ação e é isso que nós vamos fazer. Um governo inteligente".
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!["[Barack Obama anuncia Peter Orszag (esq.) e Robert Nadors (dir.) para Orçamento]":http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u471469.shtml](http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/08330187.jpg)


ao lula...
Alguém acredita de verdade, que "a carta" do Obama, foi algum tipo de "sinal de amizade"?
Que o presidente americano, de alguma forma queria justificar algo ao "amigo"?
Acham?
Deve ser a turma que acredita em Papai-Noel...
Obama na verdade mandou um singelo aviso:
Não estamos gostando do que vocês estão fazendo!!!
Principalmente no caso do apoio ao ditador nuclear iraniano, nem na forçada de barra que foi dada ao esconder o Zelaia n embaixada brasileira em Honduras, quase provocando uma guerra civil.
Parabéns lula e bando de incompetentes!!!
Finalmente mostraram ao mundo quem são de verdade.
E agora receberam o 1º aviso, do tipo:
Estamos de olho em vocês...
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