Obama começa a confirmar nomes para Segurança Nacional
colaboração para a Folha Online
Após confirmar nesta terça-feira o nome do atual secretário de Defesa, Robert Gates, por mais pelo menos um ano no cargo, o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, começa a formar sua equipe que cuidará da Segurança Nacional.
Com a manutenção de Gates, Obama poderá manter à frente do Pentágono uma figura muito respeitada, tanto entre republicanos quanto entre democratas, como o autor da estratégia que permitiu uma drástica queda da violência no último um ano e meio no Iraque.
| Tannen Maury/Efe/25.nov.2008 |
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| Após anúncio da equipe econômica, Barack Obama começa a definir nomes que vão trabalhar com a Segurança Nacional |
Além disso, permitirá ao presidente eleito cumprir suas promessas de aceitar no gabinete representantes dos dois partidos.
Segundo a imprensa americana, outro nome para a área é o do general reformado James Jones, ex-comandante da Otan, que deverá ser o conselheiro de segurança da Casa Branca. Segundo o jornal "The Washington Post", a escolha será anunciada por Obama na próxima semana.
Jones, 64, é conhecido por sua ampla experiência em assuntos de segurança. Além de ter sido comandante da Otan, foi enviado especial para assuntos de segurança e presidente de uma comissão independente sobre as Forças de Segurança no Iraque. O grupo foi designado pelo Congresso para avaliar a preparação das tropas iraquianas.
Desde que se retirou do Corpo de Infantes da Marinha no ano passado, trabalhou em assuntos de energia como diretor-executivo do Instituto da Câmara de Comércio dos Estados Unidos. "Jones tem uma ampla gama de habilidades e experiências", disse ao "WP" o general do Exército William Nash.
Diplomacia
De acordo com o site americano Político.com, que cita fontes não oficiais, a embaixadora dos EUA na ONU será Susan Rice, alta assessora de política internacional de Obama. O almirante reformado Dennis Blair deve ser chamado para a diretoria Nacional de Inteligência.
O site também afirmou que o ex-assessor de Segurança Nacional, James Steinberg, será o próximo subsecretário de Estado, que deverá trabalhar ao lado de Hillary Clinton.
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Especial



Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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