Espanha terá relação intensa com EUA na gestão Obama, diz ministro
da France Presse, em Madri
As relações entre Espanha e Estados Unidos serão "muito mais fluidas e intensas" com a chegada de Barack Obama à Casa Branca, após a tensão de quatro anos com a administração de George W. Bush. A declaração foi feita nesta quarta-feira pelo ministro espanhol de Assuntos Exteriores, Miguel Angel Moratinos.
O ministro participou esta semana do Congresso dos Deputados, em Washington, com membros da equipe de transição de Obama. Moratinos esteve com Madeleine Albright, secretária de Estado no governo Bill Clinton, com o ex-candidato à Casa Branca, John Kerry, e o governador democrata do Novo México, Bill Richardson.
"Todos demonstraram desejo claro de retomar e aumentar as relações com nosso país", disse Moratinos. O ministro lembrou a fala do primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, de que a vitória de Obama "significava um triunfo que levava esperança e confiança". "Obama terá a Espanha como um país amigo e um aliado fiel", disse Zapatero à época.
As relações entre Espanha e Estados Unidos atravessaram quatro anos de tensão após a retirada das tropas espanholas do Iraque, em 2004, quando Zapatero foi eleito pela primeira vez. Desde então, o premiê espanhol nunca se reuniu com Bush. A atual gestão americana criticou a Espanha por sua política de diálogo com Cuba.
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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