Mundo
26/11/2008 - 17h22

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colaboração para a Folha Online

Em julho deste ano, autoridades indianas decretaram alerta de segurança nas principais cidades do país depois que uma série de atentados provocou a morte de 45 pessoas e deixou mais de cem feridas em Ahmedabad, no Estado de Gujarat, no dia 26 de julho.

Na ocasião, uma série de 17 explosões atingiram áreas residenciais, mercados, a rede de transportes e hospitais. Um grupo islâmico pouco conhecido, auto-intitulado Mujahideen Indiano assumiu a autoria dos atentados.

Na ocasião, o ministro chefe de Gujarat, Narendra Modi, disse que "a terra de Mahatma Gandhi foi ensangüentada por terroristas que não devemos poupar".

Em 2002, Modi foi acusado de não proteger os muçulmanos durante os choques com os hindus no Estado. Na ocasião, a violência começou quando um incêndio em um trem carregando peregrinos hindus causou a morte de 59 pessoas.

Em maio, mais de 60 pessoas morreram em uma série de explosões semelhantes em Jaipur, e as autoridades agora investigam se todos os atentados estão relacionados.

Em um dos maiores ataques na história do país, 257 pessoas morreram e mil ficaram feriadas em uma explosão de 13 bombas em trens nas proximidades de Mumbai, em 1993, na Índia.

A ação foi uma suposta vingança de um grupo muçulmano pelas milhares de pessoas mortas por extremistas hindus em conflitos que sucederam a demolição de uma antiga mesquita.

Em 2006, cem pessoas foram consideradas culpadas pela Justiça. Antes de cometer o atentando, os criminosos receberam treinamento no Paquistão.

 

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