Mundo
30/11/2008 - 10h10

Gates se dispõe a reorientar militares do Iraque para o Afeganistão

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da Folha Online
da France Presse, em Washington

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, que conduz as forças militares americanas para uma saída do Iraque, parece disposto a reorientar tropas ao Afeganistão, sob o comando do presidente eleito Barack Obama. Nesta segunda-feira (1º), Obama deve confirmar a permanência de Gates, de 65 anos, no cargo por ao menos mais um ano.

Em 40 anos, é a primeira vez que os EUA têm uma transição presidencial em tempos de guerra. Uma autoridade militar disse à agência France Presse que o setor recebeu a notícia sobre a provável permanência de Gates no cargo "com alívio". Gates visita a base aérea de Dakota do Norte nesta segunda-feira.

Susan Walsh-20.nov.08/AP
O secretário de Defesa de Bush, Robert Gates, será do governo Obama por ao menos um ano
O secretário de Defesa de Bush, Robert Gates, será do governo Obama por ao menos um ano

O anúncio sobre Gates deverá vir junto do anúncio de Hillary Clinton, ex-primeira-dama dos Estados Unidos e senadora pelo Estado de Nova York, para o Departamento de Estado. Os outros nomes pendentes são o do general aposentado James L. Jones para conselheiro de segurança nacional e do almirante Dennis C. Blair para a direção do setor de inteligência.

No cargo, um dos maiores desafios de Gates será dosar a saída dos militares do Iraque. Enquanto, em campanha, Obama prometeu encerrar a invasão em 26 meses, na semana passada, o Parlamento iraquiano aprovou um acordo de segurança --negociado por vários meses com os EUA-- segundo o qual as tropas americanas permanecem no país até 2011.

Em relação ao Afeganistão, Gates e Obama parecem mais sintonizados.

Os dois defendem um incremento no volume das forças americanas, um programa para expandir as forças de segurança afegãs e um plano estratégico mais amplo que envolva o Paquistão, país que teria se convertido em refúgio para a Al Qaeda e lugar estratégico de onde são preparados os ataques talebans no Afeganistão.

Eles também defendem o fim do centro de detenção de Guantánamo, em Cuba, símbolo dos excessos cometidos durante a guerra ao terror do atual presidente, George W. Bush, e onde permanecem 250 detentos à espera de julgamento.

Comentários dos leitores
Luis Duraes (61) 13/11/2009 19h20
Luis Duraes (61) 13/11/2009 19h20
Mr.President,
All we are saying is give peace a chance
(Tudo o que dizemos é dê uma chance a paz)
All you need is love
( Tudo o que você precisa é de amor)
Love is all you need
(Amor é tudo o que você precisa)
Paul & John ja deram o recado la tras !!!
Sera que o Obama entendeu e vai por em pratica ?
Pelo andar da carruagem, acredito que nao !!!!
QUE PENA !!!!
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eduardo de souza (466) 13/11/2009 12h59
eduardo de souza (466) 13/11/2009 12h59
Se querem julgar os verdadeiros culpados pela destruição das "torres gêmeas" terão que levar para o tribunal a CIA, o dono dos prédios(que fez segura bilionário 2 semanas antes, voltado ao ataque de terrorismo), o vice presidente dos Eua na época(é o dono das adutoras que atravessam o Afeganistão) baby bush(cara de macaco) que foi o maior "bonequinho" de manipulação do eixo, e por fim, investigar profundamente a queda do prédio ao lado, o world 7, que por sinal(coitadinho) nenhum avião bateu nele mas... ficou com inveja e caiu...
Não sei como será o palco da grande comédia nesse FAJUTO JULGAMENTO, mas tenho certeza de que quem estará sendo julgado não são os verdadeiros culpados.
Triste fim da nação n. amer. sustenta com seus impostos tiranos que sugam tudo que têm, e de quebra, são bombardeados e mortos. O "Eixo" desrespeita a lei do cão, MORDE A MÃO DE QUEM OS ALIMENTA.
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Moizes Ribeiro (67) 13/11/2009 09h48
Moizes Ribeiro (67) 13/11/2009 09h48
Em se tratando de um pais democratico, como
os USA, tudo e possivel tudo e provavel, agora
considerando o vergonhoso sistema de governo
de Cuba, onde os direitos dos cidadaos sao
violados, por pessoas covarde como os irmaos
Castro, os mandatos sao eternos, e os resultados
sao os que contemplamos em Cuba, o povo na
pobreza. sem infraestruturas precarias.
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