Celebridades disputam lugar na cerimônia de posse de Obama
colaboração para a Folha Online
Celebridades americanas estão disputando entre si uma oportunidade de participar da cerimônia de posse de Barack Obama, no dia 20 de janeiro. Mas, com 4 milhões de pessoas se organizando para ir ao evento em Washington, muitos ainda estão sem garantias de que conseguirão um ingresso.
Segundo reportagem publicada pelo jornal "The Daily Telegraph", atores e cantores querem participar das apresentações programadas para a cerimônia. Os que não vão se apresentar, imploram, assim como membros do Congresso e público em geral, para conseguirem uma entrada.
| Fotomontagem/Folha Online |
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| Beyoncé e o marido Jay-Z, Jennifer Hudson e Elvis Costello são algumas das celebridades que devem ir à posse de Obama |
A participação dos famosos, no entanto, nem sempre foi bem-vinda na campanha de Obama. Na festa da vitória em Chicago, o presidente eleito dos Estados Unidos evitou convidar artistas para o evento, após receber críticas e ser comparado a Paris Hilton.
Assessores de Obama pediram a estrelas de Hollywood como Ben Affleck, Susan Sarandon e Tim Robbins, que tivessem participação discreta na campanha. Apenas a apresentadora Oprah Winfrey apareceu ao lado de Obama.
No entanto, para o dia da posse, assessores do presidente eleito defenderam a participação de astros na cerimônia de posse. A equipe está tentando levantar fundos de cerca de US$ 50 milhões para a festa, que vai incluir oito apresentações. O evento, pela primeira vez, será transmitido pelo canal de música MTV.
A cantora Beyoncé se ofereceu para cantar, assim como seu marido, Jay-Z. Entre outras participações estarão a da atriz Jennifer Hudson e dos cantores britânicos Elvis Costello e Leona Lewis.
Público recorde
Funcionários federais e distritais estão se preparando para receber 4 milhões de pessoas no National Mall, em Washington, para a posse de Obama. Até hoje, o maior evento realizado no local reuniu 1 milhão de pessoas.
Apenas uma pequena parcela deste público vai estar perto o suficiente para assistir à cerimônia, mas organizadores estão planejando colocar grandes telões ao longo da avenida Pensilvânia, onde acontecerá o desfile, para que o público possa fazer parte do dia histórico.
A organização está discutindo a abertura da parte leste do Monumento a Washington, o obelisco localizado no centro do National Mall. O local geralmente é usado para acomodar participantes dos desfiles.
As proporções do evento estão sendo preparadas para encaixar a um estilo já demonstrado por Barack Obama, que gosta de reunir multidões. Em agosto passado, em Denver, ele aceitou a indicação do Partido Democrata para ser candidato à Presidência com um discurso feito a 84 mil pessoas. Na noite da eleição, Obama reuniu 200 mil em um parque no centro de Chicago.
A posse de Lyndon Johnson foi a que reuniu o maior número de pessoas no National Mall -- 1,2 milhão. Naquela época, 1965, o juramento era feito em uma parte mais reservada à leste do Capitólio.
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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