"É hora de reconquistar a liderança americana", diz Obama
da Folha Online
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta terça-feira que é hora de reconquistar a liderança dos EUA no cenário mundial e, para tal, escalou uma equipe de veteranos para lidar com a diplomacia em seu governo.
"A força militar tem que ser unida à força da diplomacia. É hora de fortalecer alianças para ampliar a segurança americana. Essa é a hora de reconquistar a liderança americana em todos os sentidos", disse Obama, em coletiva na qual anunciou sua equipe de Segurança Nacional e Internacional.
| Jeff Haynes/Reuters |
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| Presidente eleito dos EUA Barack Obama anuncia equipe de Segurança |
O democrata, que assume a Casa Branca em 20 de janeiro, disse ainda que chegou a hora de um novo "amanhecer para a liderança americana superar os desafios do século 21 e aproveitar as oportunidades destes desafios". A fórmula para o sucesso, afirmou, está em uma nova estratégia que utilize, equilibre e integre todos os elementos do poder americano: "poder militar, diplomacia, inteligência, força da lei, economia e o poder de nosso exemplo moral".
O presidente eleito reiterou, após ser questionados por repórteres, que, apesar de escalar alguns ex-rivais e pessoas com visões diferentes das suas, ele é quem definirá a estratégia de segurança do governo. "Juntei esta equipe porque acredito em personalidades e opiniões fortes. É assim que as boas decisões são tomadas. Um dos perigos da Casa Branca é quando todos concordam e não há visões dissidentes. Eu aceito discussões vigorosas, mas tudo começa por mim. Eu serei o responsável por implementar a política", disse Obama.
Obama escalou Eric Holder para procurador-geral; Janet Napolitano como secretária do Departamento de Segurança Nacional; Susan Rice como embaixadora dos EUA para a ONU (Organização das Nações Unidas); o general Jim Jones, como conselheiro de Segurança Nacional; a ex-rival Hillary Clinton como secretária de Estado e o secretário de Defesa de George W. Bush, Robert Gates, que permanecerá no cargo.
Mumbai
Obama evitou falar, contudo, da tensão diplomática entre a Índia e o Paquistão, após os atentados terroristas da semana passada que deixaram 172 mortos. Três dias após os atentados, o governo indiano chegou a informar a morte de 195 pessoas. No entanto, o número acabou revisado para baixo --ao menos 172, sendo 28 estrangeiros--, devido a informações repetidas fornecidas por hospitais.
Questionado sobre declaração que fez durante a campanha, de que os EUA poderiam lançar ofensivas aos terroristas em solo paquistanês mesmo sem a autorização do governo, Obama afirmou que nestes momentos é necessário lembrar que ele é apenas o presidente eleito.
"Toda nação soberana tem o direito de se defender. Não vou comentar mais sobre isso. Acredito que nossa administração fez o que deveria ter feito", disse Obama, acrescentando que recebeu relatório da atual secretária de Estado, Condoleezza Rice, sobre o tema.
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Especial



Sua decisão será aquela que ter mandarem falar.
Bom, pelo menos ganha bem e tem status, rs.
Prá quem gosta é parato cheio.
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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