Mundo
01/12/2008 - 22h34

Democratas e republicanos elogiam equipe de segurança nacional de Obama

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da Efe, em Washington

Líderes democratas e republicanos do Senado dos Estados Unidos elogiaram nesta segunda-feira a escolha da equipe de segurança nacional do governo de Barack Obama e se comprometeram a trabalhar rapidamente em seu processo de confirmação.

O presidente eleito dos Estados Unidos anunciou hoje os membros de sua equipe de segurança nacional, liderada pela ex-adversária nas primárias democratas, Hillary Clinton, como secretária de Estado, e Robert Gates, que permanecerá à frente do Departamento de Defesa.

A equipe será integrada também por Eric Holder, como procurador-geral e secretário de Justiça; pela atual governadora do Arizona, Janet Napolitano, como secretária de Segurança Nacional; o general reformado Jim Jones, como assessor de Segurança Nacional, e Susan Rice como embaixadora americana perante as Nações Unidas.

Eles terão como tarefas imediatas elaborar um novo rumo para a política externa, de defesa e de segurança nacional de Obama, que assumirá como o 44º presidente do país em 20 de janeiro.

Hillary, que deixará a cadeira no Senado para se transformar na 67ª líder do Departamento de Estado, foi a que mais reações gerou dentro e fora do Congresso.

Hillary

Como servidora pública, Hillary "ganhou o respeito e admiração e de milhões no mundo todo (...) esta é uma nomeação excelente", disse em comunicado Edward Kennedy, que expressou seu desejo de trabalhar com Obama e a senadora "para restabelecer o prestígio dos EUA no mundo".

Já o líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, qualificou a nova equipe de "sumamente competente, forte e bipartidária", que saberá enfrentar os desafios do país apoiada por sua capacidade militar, fortaleza diplomática e autoridade moral.

Em geral, os senadores manifestaram otimismo com que a equipe trará a Washington uma nova visão para a política externa dos Estados Unidos e que poderá equilibrar a diplomacia e os interesses estratégicos do país.

O senador independente Joe Lieberman e a senadora republicana Susan Collins elogiaram o tom bipartidário da nova equipe e se comprometeram a trabalhar em seu processo de confirmação de forma "rápida".

A próxima sessão do Congresso, sob uma folgada maioria democrata, começará na semana de 6 de janeiro de 2009, e fontes legislativas afirmaram hoje que a confirmação dos nomes enfrentará pouca oposição.

"Dada a ampla gama de ameaças que enfrentamos e a vulnerabilidade que pode ser parte de cada transição presidencial, espero que possamos proceder com rapidez sobre os funcionários de segurança nacional que requerem confirmação", destacou Obama durante uma entrevista coletiva em Chicago, Illinois.

Os respectivos comitês com jurisdição nas nomeações de hoje devem realizar audiências de confirmação no começo de janeiro, com o objetivo de submetê-los a votação imediatamente depois da posse de 20 de janeiro.

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
sem opinião
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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