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02/12/2008 - 07h26

Congresso quer aprovar plano econômico antes da posse de Obama

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da Efe, em Washington

A presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, afirmou nesta segunda-feira que o Congresso tentará aprovar um ambicioso plano de estímulo econômico antes da posse de Barack Obama, em 20 de janeiro.

"Queríamos tê-lo pronto para o presidente eleito. Acho que estaremos alcançando algum acordo hoje", disse Pelosi em entrevista aos jornalistas antes de se reunir com os governadores da Pensilvânia e de Vermont.

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Susan Walsh/AP/1.abr.08
Presidente da Câmara, Nancy Pelosi, quer plano econômico aprovado em janeiro
Presidente da Câmara, Nancy Pelosi, quer plano econômico aprovado em janeiro

O plano de estímulo econômico, que é a máxima prioridade legislativa de Obama em seus primeiros cem dias de governo, poderia ser aprovado pelo Congresso após a retomada das sessões, em 6 de janeiro de 2009.

A proposta incluiria cortes de impostos, medidas para a criação de empregos, um investimento maior em infra-estrutura, mais aplicações de recursos em fontes de energia renovável e ajudas aos governos estaduais.

Pelosi não deu detalhes sobre o custo ou conteúdo do plano, mas várias fontes legislativas disseram à imprensa nas últimas semanas que poderia chegar a US$ 500 bilhões.

A presidente da Câmara se reuniu ontem com o governador democrata da Pensilvânia, Ed Rendell, e com o de Vermont, o republicano Jim Douglas, presidente e vice-presidente, respectivamente, da Associação Nacional de Governadores.

Encontro

Obama e o vice-presidente eleito, Joe Biden, se reunirão com os governadores de todo o país hoje na Filadélfia, Pensilvânia, para discutir, entre outras coisas, a crise econômica que afeta o país.

"Discutiremos nossas preocupações, mas, além disso, debateremos nossa oferta de ajudar o novo presidente e o novo Congresso a vender este pacote [de estímulo econômico] à opinião pública", disse à imprensa Rendell após a reunião.

O governador da Pensilvânia mencionou como exemplo que, segundo o Congresso, para cada US$ 1 bilhão de investimentos em infra-estrutura, sejam criados 40 mil novos empregos.

Tanto os governos quanto as legislaturas estaduais pediram a aprovação do plano de estímulo econômico, ao destacar que os estados também enfrentam uma grave crise orçamentária para os anos fiscais de 2009 e 2010.

Para Obama, não há tempo a perder diante da alta no desemprego e da crise financeira, imobiliária e de créditos, que afetaram a confiança tanto de investidores quanto de consumidores.

Comentários dos leitores
Valentin Makovski (304) 24/11/2009 17h15
Valentin Makovski (304) 24/11/2009 17h15
So existe 2 cominhos aos EUA no afeganistão & iraque. Ou enviam mais do dobro de tropas e realmente ocupam os 2 países, e acabam de uma vez com a instabilidade, ou retiram todas suas tropas e deixam a deus dará.
Esta ocupação foi um ato irresponsável da Familia Busch, Pai & Filho, que somente sabem fazer guerra e alimentar o sentimento anti americano no mundo.
Obama, faça um favor a todos nós, tira a carapuça e adimita que mais uma vez vcs perderam a Guerra, e jogaram mais de U$ 1,300 Trilhão na lata do lixo.
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eduardo de souza (484) 24/11/2009 16h24
eduardo de souza (484) 24/11/2009 16h24
Obama... Obama, tá ficando dificel manter as aprarências. Você é "soldadinho de chumbo" dos donos dos Eua.
Sua decisão será aquela que ter mandarem falar.
Bom, pelo menos ganha bem e tem status, rs.
Prá quem gosta é parato cheio.
sem opinião
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Gedeão Barros (88) 22/11/2009 22h56
Gedeão Barros (88) 22/11/2009 22h56
PARTE 2
Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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