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02/12/2008 - 14h47

Nomeação de procurador-geral por Obama reacende polêmica do governo Clinton

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colaboração para a Folha Online

A nomeação de Eric Holder pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, como procurador-geral da próxima gestão, reacendeu uma polêmica do governo de Bill Clinton. Segundo reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal "The New York Times", na brilhante carreira de Holder, há uma mancha: o controverso perdão concedido a Marc Rich, investidor bilionário que fugiu do país para não enfrentar julgamento por evasão de divisas.

Susan Walsh/AP/9.jun.2008
Críticos dizem que episódio sobre perdão manchou carreira de Holder
Críticos dizem que episódio sobre perdão manchou carreira de Holder

Aliados de Holder dizem que ele teve pouco envolvimento na avaliação do pedido de perdão, concedido pelo presidente Bill Clinton ao então foragido da Justiça. No entanto, investigações do Congresso sobre o caso mostram que Holder, que na época era o procurador-geral substituto, atuou mais no episódio do que pessoas próximas a ele imaginavam.

Segundo o "NYT", Holder fez contatos com advogados de Rich durante 15 meses, incluindo conversas telefônicas, trocas de e-mails e de memorandos que ajudaram Rich a conseguir uma solução legal para seu problema. Em sua decisão, Holder disse à Casa Branca que era "neutro, mas com tendência favorável" à concessão do benefício ao investidor. A recomendação influenciou o então presidente Bill Clinton a assinar o perdão, apesar das objeções de outros membros de sua equipe envolvidos no caso.

Nomeação

Segundo o jornal, o episódio foi um grande erro na carreira de Holder e assessores de Obama discutiram a questão antes de sua indicação ser confirmada. Republicanos do Comitê de Justiça do Senado foram consultados para averiguar se o perdão seria uma barreira à nomeação de Holder.

Alguns republicanos defenderam a revisão do perdão concedido a Rich, que foi investigado durante o ano de 2001 pelo Congresso, em meio a um clamor público após a descoberta de que a ex-mulher de Rich fez doações para a biblioteca de Clinton e também para representantes do Partido Democrata. A oposição também se baseou em relatórios da inteligência americana que mostravam que o investidor tinha negócios com países considerados inimigos dos EUA, como o Irã e Iraque.

"Marc Rich era fugitivo por pelo menos duas décadas, procurado pelo governo federal por fraude e evasão de divisas", disse o deputado Lamar Smith, após a nomeação de Holder anunciada ontem por Obama. No entanto, procurador por muitos anos e juiz aposentado, Holder continua uma figura popular oito anos após ter deixado o Departamento de Justiça.

Defensores do advogado, tanto democratas quanto republicanos, insistem que o episódio não é suficiente para manchar a vitoriosa carreira de Holder. "Não há como ocupar um cargo tão importante como procurador-geral substituto sem atrair alguma controvérsia", afirmou nesta segunda-feira Larry Thompson, que sucedeu Holder no administração do presidente George W. Bush.

Comentários dos leitores
Gedeão Barros (75) 22/11/2009 22h56
Gedeão Barros (75) 22/11/2009 22h56
PARTE 2
Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
sem opinião
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Gedeão Barros (75) 22/11/2009 22h33
Gedeão Barros (75) 22/11/2009 22h33
Achei você, Oliver Oak, vulgo "HUGO CHAVEZ". Que feiúra, Sr. Oliver, este fórum é sobre OBAMA e o Sr. descamba o assunto para demonstrar o seu ódio contra os judeus? Em todos os assuntos, o Sr. dá um jeito de enfiar Israel no meio? Virou obsessão, idéia fixa, doentia. Os seus comentários são realmente muito claros e definidos: demonstram que o Sr. é anti-semita e age tal e qual os neo-nazistas, embora ache esses termos "velhas balelas". Ora, quem é radicalmente contra SIONISMO é anti-semita. Alguma dúvida?
A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
3 opiniões
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joão batista cassio (67) 22/11/2009 22h28
joão batista cassio (67) 22/11/2009 22h28
quando lula acerta, mesmo assim existe oposição, pelos menos duas mil pessoas, para essas pessoas, israel não matou cerca de 2.ooo crianças e milhares de civis, chegandoa 15.ooo, isso não é holocausto, não ha na terra alguem que seje capaz de compreender: ALGUEM TORMAR POSSE DA SUA CASA, por voce para morar nos quartinhos do fundo, com certeza, não ha ninguem no mundo calado ficar., não é vero. sem opinião
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