Mundo
02/12/2008 - 16h00

Obama escolhe hispânico para Escritório Militar da Casa Branca

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da Efe, em Washington

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta terça-feira Louis Caldera, filho de imigrantes mexicanos e ex-oficial do Exército, como diretor do Escritório Militar da Casa Branca.

"Louis serviu ao país com distinção de uniforme e no governo", diz Obama em comunicado. "Sei que trará à Casa Branca a mesma dedicação e integridade que lhe rendeu elogios em cada cargo", completou o presidente eleito.

O escritório que será dirigido por Caldera dá apoio militar à Presidência, incluindo as operações de aviões, helicópteros e outros veículos que transportem o líder, a defesa aérea, terrestre e naval da Casa Branca e as comunicações com o Pentágono.

O cargo envolve uma ampla variedade de funções que vão desde missões cruciais de comando e controle militar aos deveres cerimoniais durante as atividades do presidente.

O atual diretor do escritório é o contra-almirante Raymond Spicer, da Marinha de Guerra.

Imigrantes

Caldera, que foi secretário do Exército entre julho de 1998 e janeiro de 2001, é filho dos imigrantes mexicanos Soledad e Benjamín, e nasceu em 1956 em El Paso, no Texas. Sua família se mudou para Califórnia quando ele tinha apenas 4 anos de idade.

Ele estudou na academia militar de West Point, em Nova York, e também administração de empresas e direito em Harvard.

Entre 1992 e 1997 foi legislador estatal na Califórnia e posteriormente colaborou com o governo Clinton, como diretor-gerente e chefe de operações na Corporação para o Serviço Nacional e Comunitário.

Um ano depois foi designado secretário do Exército e, ao término do governo Clinton, assumiu o cargo de vice-presidente para Promoção Universitária no Sistema de Universidade Estatal da Califórnia.

Em agosto de 2003, Caldera se tornou o 18º reitor da Universidade do Novo México, cargo que ocupou até janeiro de 2006.

Comentários dos leitores
J. R. (1196) 18/12/2009 06h51
J. R. (1196) 18/12/2009 06h51
O senador republicano George LeMieux é o aparente vencedor após receber garantias pífias de Obama que continuarão apoiando a máfia anticastrista de Miami, de onde vem grande parte de seus votos e lucros pessoais com algo que um dia cairá como uma bomba nos U-S-A, que são as atividades escusas dos chamados 'anticastristas'. sem opinião
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eduardo de souza (539) 17/12/2009 18h37
eduardo de souza (539) 17/12/2009 18h37
Valentin Makovski, depois do seu comentário não tenho necessidade de falar sobre o assunto, suas palavras dizem tudo... Parabéns guerreiro. 2 opiniões
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Valentin Makovski (402) 17/12/2009 17h17
Valentin Makovski (402) 17/12/2009 17h17
O Irã, esta no foco dos EUA, pelo simples fato que o país Islâmico esta demonstrando que tem tecnologia de ponta no quésito Militar e é capaz de fabricar mísseis de médio e longo alcanze. Último teste demonstrou claramento isto. A questão do Irã, vai mais além da posibilidade do país estar sonhando, planejando ou fabricando uma "Bomba Atômica", não sei se alguém percebe a olho nú, que quando um país abre mão de pedir ajuda militar ou tecnológica das Super Potências, o mesmo fica mal visto por elas.
Alguém lembra do enriquecimento de Urânio pelo Brasil, todo o "bodogodo" que os EUA fizeram???
Inclusive pedindo vistorias internacionais, etc, etc.
Até explicar aos EUa que fuzinho de porco não era tomada, o país ficou em alerta, achando que o Brasil queria fabricar uma Bomba Atômica.
Fato é o seguinte, os EUA sofrem de TERRORISMO INTERNO, a população sempre acha que tem alguém ou país querendo atacá-los.
Os EUA, estão querendo forçar o Irã a abrir as portas do seu país ao capitalismo. Querem que o Iraniano coma OVOS, BATATAS FRITAS & BEBA COCA COLA no café da manhã.
Querem fazer como fizeram por anos na América Latina, assim o Irã fica submiso.
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