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04/12/2008 - 08h57

Obama pode ser o primeiro político dos EUA a arrecadar US$ 1 bilhão em campanha

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colaboração para a Folha Online

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, pode ser o primeiro político americano a arrecadar US$ 1 bilhão no período de campanha e da transição, segundo informa o jornal inglês "The Daily Telegraph".

Durante a campanha, o democrata levantou US$ 750 milhões, a maior parte através de doações feitas pela internet. O valor é maior do que as arrecadações juntas de George W. Bush e John Kerry nas eleições de 2004.

Pablo Martinez Monsivais/AP
Obama poderá ser o primeiro político dos EUA a arrecadar US$ 1 bilhão em campanha
Obama poderá ser o primeiro político dos EUA a arrecadar US$ 1 bilhão em campanha

Segundo o jornal, Obama repassou US$ 100 milhões ao Comitê Democrata Nacional e US$ 50 milhões para a Convenção Nacional Democrata, que aconteceu em Denver.

Após a vitória, Obama continua a levantar fundos para custear os trabalhos da equipe de transição e para a festa da posse. Ao todo foram garantidos US$ 12 milhões para o período de cerca de três meses entre as eleições de 4 de novembro até a posse.

A equipe de Obama continua a receber doações para a cerimônia de posse, que poderá reunir cerca de quatro milhões de pessoas em Washington, no dia 20 de janeiro, segundo previsões dos organizadores. Com essas arrecadações, Obama poderá alcançar o valor de US$ 1 bilhão em doações.

Durante a campanha, Obama recebeu dinheiro de um número sem precedentes de quatro milhões de doadores, explorando o potencial da internet para angariar doações de valores mais baixos.

"Promoção"

A equipe de Obama usa a criatividade para angariar fundos. Para o fim do ano, estão sendo enviados aos cerca de 10 milhões de e-mails cadastrados pela campanha do democrata uma "promoção de fim de ano". Por US$ 15, americanos podem comprar uma caneca personalizada com o nome de Obama.

"No fim de ano festivo, celebre nossa histórica vitória com uma edição limitada da caneca de café Obama. Sua doação vai ajudar o Comitê Nacional Democrata e a cobrir os enormes custos desta campanha", diz a mensagem.

O presente chegará estrategicamente às casas dos compradores, no dia 24 de Dezembro.

Comentários dos leitores
ANDRE LUIZ (16) 21/12/2009 14h57
ANDRE LUIZ (16) 21/12/2009 14h57
SINCERAMENTE EU NÃO ACREDITO !!!!!!!!!!!!!
O PLACAR DE PERSONALIDADES DO ANO COMPUTA QUE ZINA ( SEI LÁ O QUE É ZINA ! ) ESTÁ Á FRENTE DO NOSSO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, A FRENTE DE CÉSAR CIELO ( RECORDISTA MUNDIAL E TANTAS MEDALHAS TROUXE AO BRASIL, E AINDA Á FRENTE DE MICKAEL JACKSON ( ÍCONE DA MÚSICA POPULAR MUNDIAL ) !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A MASSA SEMPRE FOI BURRA, É BURRA E SEMPRE SERÁ BURRA E AINDA IGNORANTE. COM RARÍSSIMAS EXCEÇÕES AINDA HÁ CABEÇAS PENSANTES NESSE PAÍS !!!!!!!!!!!
sem opinião
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Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Depois de analisar a briga e empurra empurra que foi feito na COP15, para ver quem pagaria 100 bilhoes de dolares, essa matéria parece estupida! Para isso o maior poluente do mundo tem dinheiro, aliás, 6x mais dinheiro do que foi tentado acordar!!!! Que vergonha. 7 opiniões
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fabio siqueira ferreira (261) 19/12/2009 09h12
fabio siqueira ferreira (261) 19/12/2009 09h12
Determinados tolos imaginam que os Estados Unidos temem o poder nuclear do Irã. E a estultice vai mais longe quando alguns aplaudem a possibilidade de o Irã ter a sua bomba atômica.
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O ponto não é se os Estados Unidos possuem o monopólio da tecnologia atômica, mas nas mãos de quem o poder destrutivo vai estar. Sob o domínio do ditador iraniano é que não pode ficar.
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O poder bélico está no domínio da tecnologia e da informação. A capacidade de antecipar-se a ações do inimigo é que fazem a diferença no campo de batalha. Os alvos são milimetricamente destruídos. Exemplo disso são os aviões pilotados à distância e a superbomba antibunker.
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A bomba com a maior quantidade de megatons é a econômica. O Irã e o seu petróleo são convenientes para os Estados Unidos. É tão verdadeira a afirmação que o ditador iraniano não tem coragem de suspender as vendas do seu petróleo para os americanos e europeus.
18 opiniões
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