Mundo
04/12/2008 - 17h22

Obama procura país islâmico para discursar após assumir, diz "NYT"

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da Folha Online

O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, procura a capital de um país islâmico para fazer um discurso sobre política externa nos seus cem primeiros dias no poder, segundo assessores citados pelo jornal "New York Times" nesta quinta-feira.

A questão, no momento, é qual seria a cidade entre as tantas capitais islâmicas, como Riad, na Arábia Saudita, a Cidade do Kuait, no Kuait, em Islamabad, no Paquistão, e as não tão conhecidas Male, nas Maldivas, Uagadugu, em Burkina Fasso, e Tashkent, no Uzbequistão.

Chegaram a sugerir que o discurso fosse em Dearborn, no Estado do Michigan, considerada "capital árabe dos EUA", com 30% de sua população muçulmana.

"Claramente seria uma trapaça de Obama viajar a Detroit, falar com os 30 mil residentes árabes de Dearborn, e considerar o trabalho feito", afirma o jornal. "E Male e Uagadugu, com sua maioria muçulmana, não podem ser o que os assessores de Obama têm em mente quando falam sobre locais para um importante discurso que visa diminuir os ressentimentos entre os EUA e o mundo muçulmano como um todo."

Ainda assim, há uma série de cidades islâmicas que poderiam servir de palco. Segundo a reportagem, Cairo, capital do Egito, é o consenso atual, escolhida por eliminação.

"O Egito é perfeito", afirma o jornal. "É, com certeza muçulmano o suficiente, populoso o suficiente e relevante o suficiente." Apesar de ser aliado dos EUA. já houve tensões na relações que farão a decisão parecer corajosa.

A decisão é complexa pois, além de abranger questões de segurança, deve mostrar uma certa coragem e atitude do presidente eleito, sem criar atritos.

Comentários dos leitores
Chris Maria (260) 10/12/2009 18h38
Chris Maria (260) 10/12/2009 18h38
O comentário do Sr. marcio B. (61) 10/12/2009 12h34 é tão consistente como um prego fincado na areia. rs... sem opinião
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Joel Saraiva (143) 10/12/2009 17h38
Joel Saraiva (143) 10/12/2009 17h38
Não é controverso, receber Prêmio Nobel da Paz, e ao mesmo tempo, defender a guerra? Porque será, que o homem, é tão imbecil, no mundo globalizado, em que a geração da informática, tudo comanda? Porque manter frentes de batalhas, com soldados à mercê, de fuzis, metralhadoras, tanques de guerra, granadas, se num simples apertar de botão, destrói-se um planeta? Ou até mesmo, como fizeram os americanos, em Hiroshima e Nagasaki, quando despejaram do Enola Gay, bombas atômicas, até então, desconhecidas pela humanidade? Não seria mais "fácil", fazer o mesmo agora, com esses países de quarto mundo, que abrigam terroristas em suas terras, como aqueles que simplesmente "derrubaram" as torres gêmeas de New York? Que se lixem seus povos, seus governantes corruptos, suas mulheres, crianças e velhos, o que Obama quer, é estar por cima da "carne seca", como diz, o dito popular no norte/nordeste brasileiro. Ele enviará mais 30 e tantos mil soldados, para a frente de combate, uns para morrerem pela "Pátria americana", outros para ficarem "despedaçados" pelo caminho, e outro tanto para retornarem, e praticarem "tiro ao alvo", contra inocentes em território americano. Assim, como temos visto, os "heróis" de guerra", fazerem na América. Plasmem, e Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, ainda ganha o Prêmio Nobel da Paz. Como está incrustado na moeda americana, o dóllar, "God Saves America". Joel Carlos de Almeida Saraiva, Investigador de Polícia, dos Altos do Jaraguá, São Paulo, Brasil. sem opinião
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Paulo Martins Martins (39) 10/12/2009 14h31
Paulo Martins Martins (39) 10/12/2009 14h31
Lamentável esse tal de Obama, heim!
E ainda deram ao cara o Prêmio Nobel "da paz"!
Que lástima!
Os que votaram e apostaram nesse cara devem estar mesmo desapontados.
29 opiniões
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