Em artigo, Fidel elogia Obama mas critica escolhas de Hillary e Gates
colaboração para a Folha Online
Em artigo publicado nesta quinta-feira, o ex-ditador cubano Fidel Castro elogiou o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, e afirmou que pode se reunir com o futuro ocupante da Casa Branca "onde ele quiser". "Com Obama posso me encontrar onde ele desejar, já que não somos defensores da guerra, nem da violência", afirmou.
| AP/17.jun.2008 |
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| Em artigo, ex-ditador cubano, Fidel Castro, elogia Barack Obama mas questiona escolhas de Hillary Clinton e Robert Gates |
Apesar de se mostrar aberto a conversas com Obama, Fidel Castro, que se afastou do poder em 2006 por motivos de saúde, criticou as escolhas de Hillary Clinton para a cargo de secretária de Estado e a manutenção do secretário de Defesa do governo Bush, Robert Gates, no posto.
O ex-ditador disse que Hillary "foi rival do presidente eleito e esposa do presidente Clinton, que sancionou as leis extraordinárias Torricelli e Helms Burton contra Cuba". Segundo ele, a futura secretária de Estado é favorável ao embargo econômico contra a ilha. "Durante a disputa pela nomeação do partido democrata, ela se comprometeu com as leis do embargo e bloqueio econômico. Não me queixo, simplesmente só faço constar", afirmou.
Quanto a Gates, Fidel disse que chama a atenção o fato do secretário de Defesa ser republicano e não democrata. "Ele é a única pessoa que já ocupou cargos de secretário de Defesa e diretor da Agência Nacional de Inteligência em governos de ambos os partidos".
Diálogo
Fidel afirmou que, durante a campanha americana que culminou com a vitória de Obama, em 4 de novembro, não deixou "de ser amável com o candidato democrata, em quem via muito mais capacidade e domínio da arte da política que nos adversários, não só no partido oposto, mas também no seu".
No entanto, considerou que "sem a crise econômica, sem a televisão e sem a internet, Obama não ganharia as eleições vencendo o onipotente racismo".
"Sua vitória também não aconteceria sem os estudos que realizou primeiro na Universidade da Columbia, onde se graduou em Ciências Políticas, e depois na de Harvard, onde obteve o título de Direito, o que lhe permitiu se transformar em um homem da classe 'modestamente rica', com apenas alguns vários milhões de dólares", disse.
Com Efe
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Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
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