Desigualdade demanda direitos humanos, diz ex-alta comissária da ONU
da Folha Online
Louise Arbour, ex-alta comissária da ONU (Organização das Nações Unidas) para os Direitos Humanos afirmou, em nota, que as desigualdades crescentes "entre os ricos e os pobres, os poderosos e os vulneráveis, os tecnologicamente avançados e os analfabetos, os agressores e as vítimas" reforçam a necessidade global de confirmar a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que completa 60 anos nesta quarta-feira.
"Durante o próximo ano, esforços sem precedentes devem ser feitos para garantir que toda pessoa no mundo possa confiar só nas leis para proteção. No avanço dos direitos humanos para todos, nós caminhamos rumo ao maior cumprimento do potencial humano, a promessa que está no coração da Declaração Universal", afirmou Arbour, que foi substituída no cargo por Navanethem Pillay, em setembro.
Na nota, ela ainda pede que o Dia dos Direitos Humanos seja usado para reflexões sobre "nossas falhas individuais e coletivas" no combate "à violência, ao racismo, à xenofobia, à tortura, à repressão de opiniões impopulares e a injustiças de todo tipo".
"Em todo o mundo, pessoas, grupos, organizações e governos se esforçaram para tornar as promessas da Declaração Universal realidade. Muitos morreram na busca por esses ideais."
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O país com dívida pública acima do PIB anual, no total de mais de 15 trihões;com dívida orçamentária de mais 1 trilhão e 800 dólares no exercício 2009/2010; com déficit comercial de mais 500 bilhões de dólares, não pode sustentar gastos com centenas de bases militares obsoletas espalhadas pelo mundo. Esse pais,ainda paraíso das elites bélicas,não dispõe de condições financeira para sustentar guerra no Iraque, no Afeganistão e agora no Paquistão.O país não pode vencer uma guerra cujo pricnipio ativo é o sangue para chegar a Deus.
Os Estados Unidos são aquele brutamonte mui rico e bem armado, que está vivendo com o dinheiro emprestado pelos aplicadores mundiais.
Se os EUA permanecem gastando rios de dinheiro em guerras desnecessárias, terminarão provocando a desconfiança de seus credores. O governo chinês já divulgou que está preocupado em receber seus ativo mobiliário. Outros grandes credores estão a resmungar.
A política financeira dos Estados Unidos contraria todas as regras da boa finança. Como alguém pode permanecer gastando muito mais do que ganha!?
O senhor Obama deve denegar os interesses escusos de sua indústria bélica, e começar a colocar ordem nas finanças do Estado americano. Pior do que qualquer terrorismo da guerrilha é o terrorismo financeiro, concretizado no calote.
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