Assembléia da Venezuela decidirá sobre reeleição em janeiro
colaboração para a Folha Online
A segunda reunião da Assembléia Nacional da Venezuela para decidir a reeleição do presidente Hugo Chávez foi marcada para o dia 5 de janeiro de 2009. Dessa forma, caso seja aprovada a medida, o país poderá ter um novo referendo --para a aprovação de um terceiro mandato de Chávez ( 2013-2019)-- em fevereiro.
| AP |
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| Hugo Chávez critica oposição e começa a pedir votos para o terceiro mandato |
Desde as eleições regionais, onde o partido governista ganhou a maioria dos Estados, Chávez voltou a discutir a mudança na Constituição que permita a permanência no poder. A Assembléia propôs ontem a emenda e já marcou a primeira reunião de discussão para o próximo dia 18.
Hoje, o presidente disse que, caso realmente consiga a reeleição para um terceiro mandato, voltará a apresentar a ampla reforma constitucional para a permanência ilimitada no poder. A medida é proibida pela Carta Magna de 1999.
A Constituição vigente estabelece no artigo 314 que para se efetivar a emenda é necessária a aprovação de pelo menos 30% dos deputados da AN, dos 167 membros, todos pró-governo. A presidente da Assembléia, Cilia Flores, defendeu ontem a criação da emenda, dizendo que "não é uma decisão dos deputados, mas sim de todo o povo venezuelano".
Oposição
A oposição classifica a medida como "ilegal e inconstitucional", com o argumento de que o referendo realizado no ano passado --o qual tratava da reeleição ilimitada- foi rejeitado pela maioria da população.
Chávez condenou a oposição e defendeu que em outros países da Europa os governantes podem se candidatar diversas vezes. "Ah, então, isso é válido para a Europa e os daqui não criticam, porque não é criticável", disse presidente que pediu "aos que querem que este soldado tenha a opção de seguir à frente do governo a votar a favor da emenda".
De acordo com uma pesquisa do instituto Datanálisis divulgada anteontem, apenas 25,5% dos eleitores apóiam mudar a Constituição para que Chávez possa se reeleger presidente indefinidamente, enquanto 56% se dizem contrários à proposta --o restante não opinou. No mesmo levantamento, o presidente venezuelano aparece com 57% de aprovação.
Com agências internacionais
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romantismo de um Che Guevara,ou a eficiência do
Bin Laden,El Gran de Coca Cola nem como tenor de
ópera bufa,tem lugar na história.É um personagem
que já nasceu póstumo...
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E continuará fazendo...
Essa gente, odeia a imprensa livre e os direitos individuais.
A Argentina, segue pelo mesmo caminho perigoso.
O Brasil, está aos poucos sendo cercado por um "muro" de populistas e demagogos da pior espécie.
O triste é saber, que tem muita gente aqui, que adoraria ir pelo mesmo caminho dos comunistas bolivarianos.
Vão sonhando, vão sonhando...
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Depois de ter apoiado, por ação ou omissão, o expansionismo totalitário do chefe de Estado venezuelano, Lula quer dar-lhe uma virgindade e apresentá-lo como uma vítima dos Estados Unidos e da Colômbia.
É bom o sr Lula tirar o cavalinho da chuva que a festinha está prestes a terminar.
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